Série: Colossenses • Estudo Bíblico

Colossenses 3.18—4.1: Seis ordens para a casa e um só Senhor

"Tudo o que fizerem, façam de todo o coração, como para o Senhor e não para as pessoas, 24 sabendo que receberão do Senhor a recompensa da herança. É a Cristo, o Senhor, que vocês estão servindo. Colossenses 3:23-24"

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O capítulo 3 de Colossenses começou no céu: “vocês foram ressuscitados juntamente com Cristo”, “a vida de vocês está oculta com Cristo, em Deus”. Catorze versículos depois, Paulo está falando de esposas e maridos, de filhos e pais, de servos e senhores. Parece uma descida, do trono de Deus para a cozinha. Não é.

É o mesmo lugar. O trecho anterior terminou dizendo “que a palavra de Cristo habite ricamente em vocês” e “tudo o que fizerem, façam em nome do Senhor Jesus”, e o que vem agora é o primeiro lugar onde isso se prova: dentro de casa. A casa romana incluía os escravos, e por isso os três pares aparecem no mesmo parágrafo.

Há um detalhe que organiza tudo e que vale perceber antes de ler qualquer versículo. São nove versículos, e a palavra “Senhor” aparece sete vezes. Nenhum dos seis deveres é motivado pela qualidade do outro. A esposa não se sujeita porque o marido merece; o marido não ama porque a esposa é amável; o filho não obedece porque os pais acertam; o servo não trabalha bem porque o patrão é justo.

Cada um responde a Cristo pela parte que é sua. Esse é o fio que vamos seguir: seis ordens e um só Senhor. E é por isso que este texto, tantas vezes usado para oprimir, na verdade liberta.

1. A esposa: sujeição que não diminui ninguém (Versículo 3.18)

Colossenses 3:18
“Esposas, que cada uma de vocês se sujeite a seu próprio marido, como convém no Senhor.”

Contexto Histórico e Cultural

A primeira surpresa do versículo é a quem ele fala. Nas listas de deveres domésticos do mundo antigo, gregas ou judaicas, falava-se ao chefe da casa sobre os seus subordinados. Paulo fala diretamente à esposa, como pessoa responsável, que decide. E o verbo, hypotassō, está numa forma que significa sujeitar-se a si mesma, não ser sujeitada. É palavra de origem militar, colocar-se em ordem sob um posto: o soldado pode ser mais inteligente e melhor pessoa que o general, e continua sob o comando dele.

Posto tem a ver com ordem, não com valor. E há um dado que fecha a questão: é o mesmo verbo que a Bíblia usa para a sujeição do Filho ao Pai. Como diz o Dr. Andy Woods, quando o Filho se submete ao Pai, não abre mão de um único átomo de divindade. Um verbo que se aplica a Cristo não pode significar inferioridade.

O texto também traça os seus limites. É “a seu próprio marido”: a Bíblia nunca manda que as mulheres se sujeitem aos homens em geral. “Como convém no Senhor” dá o motivo: ela o faz como parte do seu discipulado, porque pertence a Cristo. E a sujeição maior, a Cristo, é o limite da menor: onde o marido pede pecado, onde há violência, a submissão não se aplica, e a esposa não precisa expor a si nem aos filhos ao perigo.

Aplicação Para Hoje

Este versículo já foi usado para encobrir violência, e é preciso dizer isso com todas as letras. Quem o usa assim não leu o que está escrito. O mandamento não foi dado ao marido para que ele o cobre. Não existe, em lugar nenhum da Bíblia, “maridos, façam suas esposas se sujeitarem”. Como diz o Dr.

Robert Dean, o marido não é o Espírito Santo na vida da esposa; a decisão é dela, diante do Senhor. E por que a esposa recebe esta ordem, e não a de amar? Porque o remédio corresponde à ferida. Depois da queda, em Gênesis 3, a relação entre homem e mulher ficou marcada por uma disputa: ela tentada a controlar, ele tentado a dominar ou a se omitir. O versículo 18 trata de um lado; o 19, do outro.

No princípio, Deus tirou a mulher do lado do homem: não do pé, para ser pisada, nem da cabeça, para dominá-lo. A palavra “auxiliadora”, em Gênesis 2, é a mesma que o Antigo Testamento usa para o próprio Deus. Sujeitar-se, para a esposa cristã, não é apagar-se. É confiar em Cristo o bastante para seguir a liderança de um homem imperfeito, como o próprio Cristo se entregou ao Pai.

2. O marido: amar como quem se entrega (Versículo 3.19)

Colossenses 3:19
“Maridos, que cada um de vocês ame a sua esposa e não a trate com amargura.”

Contexto Histórico e Cultural

No mundo romano, o chefe da casa tinha poder quase ilimitado sobre mulher, filhos e escravos. Nenhuma lista de deveres da época impunha obrigações a ele. Paulo impõe, e a obrigação é mais pesada do que a da esposa. O verbo é amar com o amor que se dá, que busca o melhor do outro sem exigir retorno, e está no presente: amor de regime, não de episódio. O texto não diz “marido, seja gentil com a sua esposa”, o que para muitos casamentos já seria grande melhora.

Diz algo maior: pratique continuamente a negação de si mesmo em favor dela. O padrão está na carta irmã, Efésios: “como Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela”. O padrão do marido é, literalmente, a cruz. E então vem a proibição: “não a trate com amargura”.

A amargura é o sentimento que o marido considera justificado. O texto até admite que a esposa possa ter dado motivo, e a resposta de Paulo é que isso não importa. O marido pode se sentir coberto de razão na sua dureza, e não está. Amargura é sedimento: acumula em silêncio, ano após ano, e envenena a casa.

Aplicação Para Hoje

A ordem que sobra para o marido é amar, não fiscalizar. Quem quer o casamento que deseja ter não deve olhar primeiro para a esposa; deve olhar para o espelho. Começa com ele e com a sua vida diante de Deus. E nenhum dos dois mandamentos depende do desempenho do outro.

Quando nos pegamos dizendo “eu faria a minha parte se ela fizesse a dela”, já saímos do texto. Na prática, amar como Cristo amou se mede em sacrifício: quem cede o tempo, quem ouve, quem assume o trabalho que ninguém vê. Liderar, para o marido cristão, é ser o primeiro a servir e o primeiro a pedir perdão. E a amargura se trata no dia em que aparece.

A política doméstica de Efésios é simples: não deixar o sol se pôr sobre a ira. Nomear a mágoa, confessá-la a Deus, conversar antes de dormir. Um marido que ama assim contraria as tendências que o pecado enraizou nele. Ele não ama porque sente; ama porque decidiu, olhando para aquele que se entregou por ele quando ele não tinha nada de amável.

3. Os filhos: ouvir debaixo de autoridade (Versículo 3.20)

Colossenses 3:20
“Filhos, em tudo obedeçam a seus pais, pois fazer isso é agradável diante do Senhor.”

Contexto Histórico e Cultural

O verbo muda. À esposa Paulo disse “sujeite-se”; aos filhos diz “obedeçam”, palavra que significa literalmente ouvir debaixo de autoridade: ouvir e fazer. É como o professor que diz “escutem”, e não quer só que o som chegue aos ouvidos. “Filhos” aqui são os que ainda estão crescendo na casa dos pais; o filho adulto e casado continua devendo honra a pai e mãe, mas não a mesma obediência. E, de novo, o fato de Paulo falar às crianças é em si notável.

Elas estavam presentes quando a carta era lida na igreja, e o apóstolo as trata como pessoas capazes de obedecer por um motivo delas: “é agradável diante do Senhor”. A expressão não quer dizer apenas que Deus fica contente; quer dizer que é o que convém, a coisa certa, dentro da nova vida em que a família agora vive. “Em tudo” tem o mesmo limite de todo o trecho: se um pai exige o que Deus proíbe, obedece-se a Deus antes que aos homens. Paulo está pensando numa casa cristã e não imagina essa situação, mas quando ela aparece, a lei de Cristo tem precedência.

Aplicação Para Hoje

Quem não aprende autoridade em casa dificilmente aprende depois: no emprego, no casamento, na igreja. A obediência aos pais é a primeira escola de submissão a Deus, e por isso os pais que não a ensinam não estão sendo bondosos; estão deixando o filho despreparado para a vida. Mas o versículo fala aos filhos, e vale dizer a eles: obedecer ao pai e à mãe é o seu modo de servir a Cristo agora. Não é só regra da casa; é discipulado. Aos jovens, um barômetro útil: o modo como você trata o seu pai ou a sua mãe costuma antecipar o modo como tratará o seu cônjuge.

E aos filhos adultos: a obediência passou, a honra não. Ligar, visitar, cuidar na velhice, falar bem. O próprio Senhor Jesus, aos doze anos, desceu com José e Maria para Nazaré “e era obediente a eles”. Aquele por quem todas as coisas foram criadas obedeceu a um carpinteiro e a uma jovem mãe. Obedecer não o diminuiu, e não nos diminui.

4. Os pais: não produzir desânimo (Versículo 3.21)

Colossenses 3:21
“Pais, não irritem os seus filhos, para que eles não fiquem desanimados.”

Contexto Histórico e Cultural

Para sentir o peso deste versículo é preciso lembrar quem era o pai romano. A lei lhe dava poder de vida e morte sobre os filhos. O recém-nascido era posto aos pés dele: se ele o levantava, a criança era aceita na família; se dava as costas, era rejeitada. E rejeitar tinha um sentido concreto: o bebê era deixado ao relento, fora de casa, para morrer ou ser recolhido por estranhos.

Uma carta da época, encontrada no Egito, traz um marido instruindo a esposa grávida: se nascer menino, deixe viver; se for menina, abandone-a. É a esse pai que Paulo escreve “não irritem os seus filhos”. A palavra descreve a provocação continuada: não a correção ocasional, que às vezes irrita e é necessária, mas a implicância sem fim, a crítica constante, o ridicularizar o que a criança faz. O resultado é um verbo que só aparece aqui em todo o Novo Testamento: perder o ânimo, encolher, concluir que é inútil tentar agradar.

Um comentarista antigo chamou o desânimo de praga da juventude. Paulo inverte a suspeita comum. Quando há problema na criação, o pai costuma culpar o filho, porque é no comportamento do filho que o problema aparece. O texto lembra que o mau comportamento pode ter sido provocado.

Aplicação Para Hoje

O versículo dá um sintoma que se pode observar: o filho parou de tentar agradar, já não mostra o que fez, encolhe quando o pai chega. Se é assim, o texto está falando conosco, e não com ele. Irritam os filhos o “não” automático, a regra que muda conforme o humor, a comparação com o irmão, o pai e a mãe que se desautorizam na frente da criança. Warren Wiersbe reproduz a frase de uma menina ao pai: “você teve tempo para me ter, mas não tem tempo para me ouvir”.

Um ouvido que escuta e um coração que ama andam juntos. A formação dos filhos não acontece em eventos, mas no cotidiano, como manda Deuteronômio: ao sentar-se em casa, ao andar pelo caminho, ao deitar e ao levantar. Quanto tempo o seu filho teve de você nesta semana sem uma tela no meio? E uma palavra aos pais feridos: “ensina a criança no caminho em que deve andar” é provérbio, sabedoria que se confirma na maioria das vezes, não contrato.

Respondemos pelo treino, não pela decisão do filho adulto. O nosso Pai é paciente, gentil e perdoador conosco. É desse jeito que ele nos manda ser pais.

5. Os servos: trabalhar para outro Senhor (Versículos 3.22 a 3.23)

Colossenses 3:22-3
“Servos, obedeçam em tudo a seus senhores aqui na terra, não servindo apenas quando estão sendo vigiados, visando somente agradar pessoas, mas com sinceridade de coração, temendo o Senhor. Tudo o que fizerem, façam de todo o coração, como para o Senhor e não para as pessoas,”

Contexto Histórico e Cultural

“Servos” aqui são escravos, e é preciso dizer a palavra. Nas grandes cidades do Império, talvez metade das pessoas nas ruas fosse escrava, inclusive professores e médicos. No direito e no costume, o escravo não era interlocutor de ninguém; ninguém se dirigia a ele. Paulo se dirige, e o trata como pessoa com vontade e responsabilidade. A carta, aliás, viajou nas mãos de Onésimo, escravo fugido que voltava ao seu dono com outra carta de Paulo pedindo que fosse recebido “como irmão amado”.

Por que o apóstolo não condena a escravidão? A igreja era uma minoria sem poder político, e teria perdido a liberdade de pregar se fosse vista como movimento contra o Império. Mas ele planta a semente que a destruiria, como veremos. E repare em “senhores aqui na terra”: eles só são senhores numa esfera passageira. Paulo descreve então dois vícios com palavras que parece ter inventado, porque o grego não as tinha.

Uma é ophthalmodoulia, serviço de olho: trabalhar só enquanto o chefe olha. A outra é agradar pessoas em vez de agradar a Deus. O contrário das duas é a sinceridade de coração, o coração inteiro, sem segunda intenção. E o versículo 23 transforma tudo em princípio universal, repetindo o versículo 17: tudo o que fizerem, como para o Senhor.

Aplicação Para Hoje

Há uma distância que não devemos apagar: o escravo do século I não podia pedir demissão, e nós podemos. O que o texto nos entrega não é uma comparação entre as duas situações; é o destinatário do trabalho. Se tudo é feito “como para o Senhor”, não existe divisão entre trabalho sagrado e trabalho comum. A Bíblia mostra Deus usando um agricultor, uma costureira, um médico, um funcionário público, uma comerciante.

O trabalho mais simples se torna serviço a Cristo e ato de adoração. E o teste do serviço de olho cabe numa pergunta: o que muda no meu trabalho quando o chefe sai da sala? A diferença entre as duas versões é a medida exata da minha fachada. Integridade é dar o melhor quando ninguém está olhando.

Isso tem um lado desconfortável: o cristão desonesto, preguiçoso ou pouco confiável tem mais do que a bronca do chefe para enfrentar. E tem um lado que liberta: não fique de olho no relógio, nem no reconhecimento que não vem. Fique de olho em Cristo. É para ele que você trabalha na segunda-feira.

6. A recompensa de quem não podia herdar (Versículos 3.24 a 3.25)

Colossenses 3:24-3
“sabendo que receberão do Senhor a recompensa da herança. É a Cristo, o Senhor, que vocês estão servindo. E quem fizer injustiça receberá em troca a injustiça feita. E nisto ninguém será tratado com parcialidade.”

Contexto Histórico e Cultural

Aqui está a ironia mais bonita do trecho. Pela lei romana, o escravo não podia herdar coisa alguma. E Paulo promete justamente a escravos “a recompensa da herança”. A palavra “recompensa” é termo de pagamento, a paga por trabalho feito, e ela virá “do Senhor”: por pior que seja o senhor da terra, há um Senhor que paga. É importante marcar uma fronteira.

A vida eterna não é salário; é presente, recebido pela fé. O que Paulo promete aqui é a recompensa que Cristo dará aos seus pelo serviço fiel, quando cada crente comparecer diante dele. A frase seguinte, “é a Cristo, o Senhor, que vocês estão servindo”, também pode ser lida no grego como ordem: sirvam a Cristo, o Senhor. As duas leituras chegam ao mesmo lugar, e o título é raro; Paulo o usa para contrastar Cristo com os outros senhores.

O versículo 25 completa o quadro. Ele é dito ao escravo: ser tratado como propriedade não autoriza ninguém a agir sem escrúpulo. Mas o princípio é para todos, porque “ninguém será tratado com parcialidade”. A salvação é pela graça; a avaliação das obras é para todos, sem favoritismo de posição.

Aplicação Para Hoje

Não há garantia de justiça no trabalho. Às vezes a parcialidade promove o mau funcionário e pune o bom; às vezes anos de dedicação passam sem um agradecimento. A promessa do texto não é de justiça agora; é de justiça final, sem viés. A paga não vem no contracheque, vem do Senhor.

Quem foi preterido, quem carregou o setor nas costas e viu outro levar o crédito, tem aqui o seu consolo: nada do que foi feito para Cristo se perdeu. E o mesmo versículo que consola também adverte. O trabalho relaxado, a hora enrolada, o pequeno desvio que “todo mundo faz” também serão acertados. A doutrina consola o injustiçado e acorda o negligente na mesma frase.

Nenhum de nós sofreu injustiça maior do que o Senhor Jesus, porque ninguém foi mais inocente, e ele “não revidava; entregava-se àquele que julga retamente”. Isso não cala a nossa dor; situa-a. O Juiz que viu a cruz vê a nossa mesa de trabalho.

7. Os senhores: quem manda também tem Senhor (Versículo 4.1)

Colossenses 4:1
“4.1 Senhores, tratem os seus servos com justiça e igualdade, sabendo que também vocês têm um Senhor no céu.”

Contexto Histórico e Cultural

O trecho fecha com a única ordem dirigida a quem tem o poder, e ela tem duas palavras. “Justiça” é o que é devido, o que se deve por direito. “Igualdade” é a equidade: o mesmo critério para todos, o espírito justo que vai além da letra da obrigação. O verbo sugere iniciativa: os senhores devem fazer isso por conta própria, sem esperar que alguém cobre.

Parece pouco, e é uma revolução. Como observa David Guzik, pode-se ser gentil com um animal de estimação, mas só se é justo e equânime com um semelhante. Ao exigir isso do senhor, Paulo reconhece no escravo um ser humano pleno, com direitos, e nenhum sistema de escravidão sobrevive muito tempo a esse reconhecimento. A história confirmou: onde os cristãos levaram a sério estas palavras, a escravidão morreu, e a abolição veio de gente movida pelo evangelho.

A motivação fecha o círculo com a mesma palavra do versículo 24: “sabendo”. O escravo serve sabendo que tem um Senhor que o recompensará; o senhor faz justiça sabendo que tem um Senhor que o julgará. Os dois estão diante do mesmo tribunal.

Aplicação Para Hoje

Quem chefia alguém, na empresa, na equipe, em casa com uma funcionária, no ministério da igreja, recebe aqui dois critérios que se podem conferir. Justiça: o devido, pago em dia, sem truque, com os direitos respeitados. Equidade: o mesmo padrão para todos, sem favoritos. Vale fazer a pergunta com nome e sobrenome: quem, entre os que dependem de mim, é tratado por um critério diferente?

E assim o trecho termina como começou. Seis ordens, e um só Senhor por trás de todas elas. Ninguém na casa é, no fim, dono de coisa alguma: a esposa e o marido, os filhos e os pais, quem obedece e quem manda, todos respondem a Cristo. É essa igualdade diante dele, e não um programa de reforma, que desfaz por dentro toda relação de poder abusiva.

Mas nada disso se cumpre na força da vontade. O caminho é o que veio logo antes: a palavra de Cristo habitando ricamente em nós. Quem tenta obedecer a estes versículos sem isso produz legalismo ou desiste. Quem vive cheio da palavra dele descobre que a cozinha, o quarto das crianças e a mesa de trabalho são o lugar onde se serve ao Senhor que está no céu.

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Referências Bibliográficas

• DEAN JR., Robert. Colossians (2011), lições 70 a 83. Dean Bible Ministries / West Houston Bible Church, set.-dez. de 2012.

• WOODS, Andy. Sugar Land Bible Church.

• WOODS, Andy. Book of Ephesians, sessões 11 a 14 (Ef 5.22-24; 5.25-33; 6.1-4; 6.5-9), 2010.

• CONSTABLE, Thomas L. Expository Notes on Colossians. Plano Bible Chapel.

• GUZIK, David. Enduring Word Bible Commentary: Colossians 3.

• WIERSBE, Warren W. Be Complete — The Bible Exposition Commentary, Colossenses.

• McGEE, J. Vernon. Thru the Bible, citado por Constable no v. 20 e no v. 23.

e foi assim que foram usados, sempre em terreno gramatical, lexical ou histórico.

• O’BRIEN, Peter T. Colossians, Philemon. Word Biblical Commentary. Usado para a análise de hypotassō, pikrainō, erethizō, ophthalmodoulia, antapodosis e isotēs, e para o levantamento das duas leituras do v. 25.

• CAMPBELL, Constantine R. Colossians and Philemon. Baylor Handbook on the Greek New Testament. Usado exclusivamente para análise morfológica e sintática, inclusive na avaliação do v. 24b.

• BARCLAY, William, citado por Constable quanto ao caráter recíproco da ética cristã.

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