Ouça o podcast deste estudo
No trecho anterior, Paulo falou do que se tira: a imoralidade, a avareza, a ira, a fala suja, a mentira. Agora ele fala do que se veste. As duas listas de cinco vícios são respondidas por uma lista de cinco virtudes, e a imagem continua a mesma, a de trocar de roupa. Mas é preciso ler com cuidado o ponto de partida.
O trecho começa com um “portanto”, e o que está atrás dele é uma afirmação: vocês já se despiram do velho homem e já se revestiram do novo. Paulo não pede que alguém se torne cristão vestindo virtudes. Pede que quem já foi vestido por Deus passe a se vestir de acordo.
Essa é a diferença entre religião e evangelho, e é o fio que vamos seguir nestes seis versículos. Primeiro vem quem somos: escolhidos, santos, amados. Depois vem a roupa, e ela é toda feita para a convivência: compaixão, bondade, humildade, mansidão, paciência, perdão, amor. Depois vem o que governa a comunidade: a paz de Cristo e a palavra de Cristo.
E por fim o alcance de tudo isso: tudo o que fizermos, em nome do Senhor Jesus. Repare nos nomes: a paz é de Cristo, a palavra é de Cristo, o perdão é do Senhor, o nome é de Jesus. A vida cristã não é um programa de aperfeiçoamento. É Cristo vestido em gente comum.
1. Primeiro quem somos, depois o que vestimos (Versículo 12)
Colossenses 3:12
“Portanto, como eleitos de Deus, santos e amados, revistam-se de profunda compaixão, de bondade, de humildade, de mansidão, de paciência.”
Contexto Histórico e Cultural
Antes de dar a ordem, Paulo dá três nomes aos colossenses, e nenhum deles era novo. “Eleitos”, “santos” e “amados” eram os títulos de Israel no Antigo Testamento, o povo que Deus escolheu não por ser numeroso ou melhor, mas porque o amou. E são também títulos de Cristo no Novo Testamento: ele é o Escolhido de Deus, o Santo, o Filho amado. Quando Paulo chama por esses nomes uma igreja de gentios do interior da Frígia, está dizendo que eles estão em Cristo, e que o nome que o Pai deu ao Filho é o nome pelo qual a igreja agora é chamada.
Não somos escolhidos por uma qualidade nossa; somos escolhidos porque estamos naquele que é o Escolhido. Só então vem a roupa, e há algo notável nela. A lista não tem nenhuma das virtudes que o mundo grego mais admirava: nem coragem, nem prudência, nem autodomínio. Também não tem nenhuma virtude de competência: nem diligência, nem eficiência, nem conhecimento.
Todas as cinco governam o modo de tratar pessoas. “Profunda compaixão” é, literalmente, entranhas de misericórdia, o sentir por dentro a dor do outro, a mesma expressão usada para Jesus diante da multidão sem pastor. “Humildade” era palavra de desprezo no grego comum, e Paulo já a usara duas vezes nesta carta para a falsa humildade dos mestres que se exibiam em jejuns. Aqui aparece a verdadeira: a de quem se submete a Deus e, por isso, não precisa se impor a ninguém.
Aplicação Para Hoje
Costumamos medir maturidade cristã por conhecimento bíblico, disciplina devocional e produtividade no ministério. Nada disso está na lista. O que está na lista é como tratamos as pessoas com quem convivemos. Se a maturidade fosse medida só por este versículo, quem apareceria como maduro na nossa igreja e hoje não aparece? E o contrário?
Mas o primeiro passo não é a lista; é o espelho. Antes de perguntar “como fico mais paciente?”, vale perguntar “quem Deus diz que eu sou?”. Escolhido, separado para ele, amado. Quem inverte a ordem transforma a fé num programa de melhoria pessoal, e cada fracasso vira prova contra a própria salvação. Um teste simples para a semana: quando você falhar em alguma dessas cinco coisas, repare na primeira frase que diz a si mesmo.
Se for “eu não presto”, você está pregando a si mesmo o evangelho errado. A frase do texto é outra: “eu sou amado, e isto que acabei de fazer não combina com a minha roupa”. Mansidão não é fraqueza; é força sob controle. E paciência é, literalmente, ânimo longo, o contrário do pavio curto. As duas nascem de saber quem somos em Cristo.
2. Como se veste: suportando e perdoando (Versículo 13)
Colossenses 3:13
“Suportem-se uns aos outros e perdoem-se mutuamente, caso alguém tenha motivo de queixa contra outra pessoa. Assim como o Senhor perdoou vocês, perdoem também uns aos outros.”
Contexto Histórico e Cultural
Este versículo não acrescenta dois itens à lista; ele responde à pergunta “como se veste aquilo?”. No grego, “suportando” e “perdoando” dependem do “revistam-se” do versículo anterior: vistam compaixão, bondade, humildade, mansidão e paciência suportando e perdoando uns aos outros. Compaixão não se produz por introspecção; produz-se aguentando gente concreta. E o alvo é claro: “uns aos outros”, os irmãos da mesma congregação. Não é paciência com o mundo lá fora; é paciência com o irmão do banco da frente.
Suportar é não aumentar os defeitos e não diminuir as qualidades do outro. Perdoar vai além, e o verbo que Paulo escolhe ilumina o versículo. Não é o verbo comum para cancelar uma dívida, o do pai-nosso. É charizomai, da raiz de graça: tratar com graça quem nos ofendeu. Cancelar uma dívida pode ser feito em silêncio; tratar com graça precisa aparecer no trato.
E o padrão vem em seguida: “assim como o Senhor perdoou vocês”. A expressão não mede o perdão de Cristo; descreve o modo. Ele perdoou deste jeito: deu o primeiro passo, procurou quem o ofendeu, perdoou sabendo que pecaríamos de novo, não impôs período de prova, restaurou à honra e nos chamou de volta ao trabalho como cooperadores. Cada item é o oposto exato do nosso costume.
Aplicação Para Hoje
As virtudes do versículo 12 não se desenvolvem em retiro; desenvolvem-se em atrito. A igreja local não é o cenário da nossa santificação, é o instrumento dela. Por isso vale identificar a pessoa da comunidade cuja presença mais nos irrita. Não a que nos feriu gravemente, mas a que simplesmente incomoda: o jeito de falar, as opiniões, a insistência. Essa pessoa é o nosso ginásio.
Comece escrevendo três qualidades reais dela, e puxe conversa com ela nos próximos encontros. Quanto ao perdão, escolha a ofensa que você ainda carrega e compare a sua conduta com a de Cristo. Onde exigimos promessa de que não vai se repetir, ele perdoou sabendo que repetiríamos. Onde toleramos à distância, ele nos adotou.
Spurgeon chamava o “eu perdoo, mas não consigo esquecer” de perdão com uma perna cortada, um perdão manco. O que o texto pede não é amnésia; é parar de cobrar. E há uma razão que fecha a questão: é presunção recusar perdão a alguém que o próprio Cristo já perdoou. Na cruz, ele tratou com graça quem não merecia, e nós estávamos na lista.
3. O amor é o ligamento (Versículo 14)
Colossenses 3:14
“Acima de tudo isto, porém, esteja o amor, que é o vínculo da perfeição.”
Contexto Histórico e Cultural
No grego, este versículo não tem verbo próprio; ele ainda depende do “revistam-se” do versículo 12. O amor é a última peça de roupa, a que vai por cima de todas, como o manto que envolve e prende o resto. E a palavra “vínculo”, syndesmos, é preciosa, porque Paulo já a usou nesta mesma carta. No capítulo 2, ele falou do corpo que recebe suprimento da Cabeça por meio de “juntas e ligamentos”. O ligamento é a mesma palavra.
Nos textos de medicina da época, designava o tecido que une os músculos às articulações e faz as partes do corpo se moverem juntas. O que os ligamentos fazem no corpo, o amor faz na igreja. Ele não é enfeite; é o que mantém os membros unidos. E “perfeição”, em Paulo, não é impecabilidade; é maturidade.
O amor é o vínculo que leva à maturidade, e a maturidade que esta carta persegue é a do corpo inteiro, não a de um indivíduo isolado. O versículo seguinte confirma, ao falar de “um só corpo”. As outras virtudes, buscadas sem amor, ficam distorcidas: a humildade vira pose, a paciência vira indiferença, o perdão vira superioridade. O amor é o que as puxa todas na mesma direção.
Aplicação Para Hoje
Uma igreja pode ter boa doutrina, boa organização e boa música, e ainda assim ser um corpo com os ligamentos rompidos. Sem amor, as partes estão lá, mas não se movem juntas. O amor de que Paulo fala não é um sentimento que vem ou não vem; é algo que se veste, e portanto é uma decisão de cada manhã. Ele é o que mantém os cristãos juntos sob a tensão da vida comum e freia os temperamentos egoístas e duros que separam as pessoas. Na prática, é o que nos faz ficar quando seria mais fácil sair: permanecer no ministério depois de uma crítica injusta, continuar cumprimentando o irmão que nos decepcionou, procurar quem se afastou.
Vale perguntar: eu sou ligamento ou sou ponto de ruptura na minha igreja? As pessoas ficam mais unidas ou mais divididas depois de conversar comigo? E a fonte desse amor não somos nós. Nós amamos porque ele nos amou primeiro. Cristo não nos uniu a si por conveniência; uniu-nos pelo sangue da cruz, e é esse amor que ele nos manda vestir.
4. A paz de Cristo decide entre nós (Versículo 15)
Colossenses 3:15
“Que a paz de Cristo seja o árbitro no coração de vocês, pois foi para essa paz que vocês foram chamados em um só corpo. E sejam agradecidos.”
Contexto Histórico e Cultural
O verbo “ser árbitro”, brabeuō, só aparece aqui em todo o Novo Testamento, mas a carta já usou a forma composta dele no capítulo 2, quando os falsos mestres queriam “desqualificar” os irmãos. A mesma raiz aparece duas vezes: primeiro para quem não deve julgar, depois para quem deve. Quem decide entre os cristãos não é o mestre com as suas visões; é a paz de Cristo. E que paz é essa?
O próprio versículo responde: a paz para a qual fomos chamados “em um só corpo”. Não é um sentimento de tranquilidade que cada um cultiva por dentro. Nesta carta, paz é a reconciliação que Cristo fez “pelo sangue da sua cruz”, uma realidade objetiva que nos uniu a Deus e uns aos outros. “Coração”, na Bíblia, é o centro da pessoa, de onde saem as decisões; e é ali que a paz de Cristo deve ter a última palavra quando irmãos se desentendem.
É importante dizer isto com clareza, porque muita gente lê o versículo como se ele ensinasse a descobrir a vontade de Deus pela sensação de paz interior. Paulo escreveu esta carta contra o misticismo; ele não o traria de volta em três palavras. E o próprio Senhor desmonta esse método: no Getsêmani, Jesus sabia exatamente qual era a vontade do Pai e estava em angústia mortal. Se a tranquilidade fosse o sinal de estar na vontade de Deus, o Filho, na hora de maior obediência da história, teria concluído que estava fora dela.
Aplicação Para Hoje
Esta é a aplicação mais libertadora do trecho. Muitos cristãos vivem paralisados diante de decisões porque esperam uma confirmação interior que a Bíblia não promete. Como lembra Warren Wiersbe, Jonas desobedeceu a Deus de propósito e conseguiu dormir no porão do navio em plena tempestade; “eu tinha paz sobre isso” não prova que estamos na vontade de Deus. Na próxima decisão sem mandamento claro, que emprego aceitar, em que cidade morar, troque a pergunta.
Em vez de “tenho paz?”, pergunte: isto contraria algum mandamento da Escritura? Que princípio de sabedoria se aplica? Reuni os fatos? Pedi conselho a gente madura?
Orei? Se as respostas forem boas, decida, e não se castigue se o resultado for difícil. E use a paz onde o texto a usa: nos conflitos entre irmãos. Diante de um desentendimento na igreja, a pergunta que o versículo 15 autoriza é: que caminho preserva a unidade do corpo sem sacrificar a verdade?
E então, “sejam agradecidos”. Paulo costuma lembrar da gratidão justamente quando as circunstâncias não a despertam. A paz que temos uns com os outros custou a cruz. Agradecer por ela é o começo de preservá-la.
5. A palavra de Cristo morando em nós (Versículo 16)
Colossenses 3:16
“Que a palavra de Cristo habite ricamente em vocês. Instruam e aconselhem-se mutuamente em toda a sabedoria, louvando a Deus com salmos, hinos e cânticos espirituais, com gratidão no coração.”
Contexto Histórico e Cultural
“Habite” é enoikeō, morar, fixar residência. A imagem não é a de uma visita; é a de alguém que se muda para a nossa casa, passa a fazer parte da família e faz dali o seu lar. Quem mora numa casa é o dono, não o hóspede de passagem. E “ricamente” é a palavra que o Novo Testamento usa para a fartura com que Deus dá: a palavra de Cristo, o evangelho que tem Cristo por conteúdo, deve ter livre curso e abundância no meio da igreja. A expressão é única em toda a Bíblia; Paulo costuma dizer “palavra de Deus”, e aqui diz “de Cristo” porque a carta inteira insiste em que ele é a fonte de todo conhecimento.
O que acontece quando essa palavra mora na comunidade? Os irmãos se instruem e se aconselham uns aos outros. No capítulo 1, esses mesmos dois verbos descreviam o ministério de Paulo; aqui o sujeito é a congregação. O ensino na igreja não é monopólio do púlpito. E “em toda a sabedoria” é, no sentido hebraico, perícia: ensinar bem, com tato, sabendo a hora e o jeito.
Um dos modos de ensinar é cantar. Salmos, hinos e cânticos espirituais descrevem a variedade do canto que o Espírito suscita, e o versículo lhes dá uma função: ensinar e aconselhar. Por volta do ano 111, um governador romano escreveu ao imperador que os cristãos se reuniam antes do amanhecer para cantar um hino a Cristo como a um deus. Era assim desde o início.
Aplicação Para Hoje
Onde Efésios manda encher-se do Espírito, Colossenses manda deixar a palavra de Cristo habitar ricamente, e os resultados listados são os mesmos: alegria, gratidão, relacionamentos em ordem. São dois lados da mesma vida. A palavra de Cristo mora na nossa casa ou só nos visita aos domingos? Ela não habita ricamente em quem não lhe dá tempo: leitura, estudo, memorização.
E se o canto da igreja ensina, a letra do que cantamos é uma questão de obediência, não de gosto. Vale um exercício: ler as letras dos últimos domingos sem a música e perguntar de cada uma “o que esta canção ensina? A que ela me chama?”. O texto governa a função do canto, não a forma; não serve para brigar por estilo, serve para pedir conteúdo.
E há a parte que nos cabe a todos: ensinar uns aos outros. Se você não é pregador, pode oferecer-se para ler um livro da Bíblia com alguém mais novo na fé, um capítulo por semana. Paulo cantou com Silas numa prisão, com as costas feridas. Só se canta assim quando a graça de Cristo está no coração e a palavra dele mora em nós.
6. Tudo em nome do Senhor Jesus (Versículo 17)
Colossenses 3:17
“E tudo o que fizerem, seja em palavra, seja em ação, façam em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai.”
Contexto Histórico e Cultural
Poucos mandamentos do Novo Testamento têm alcance tão largo. No grego, a frase repete o “tudo” de propósito: toda e qualquer coisa que vocês façam, em palavra ou em ação, façam tudo isso em nome do Senhor Jesus. E “em palavra ou em ação” impede que se limite o versículo ao culto. Não há esfera neutra, e a razão está no começo da carta: todas as coisas foram criadas por meio de Cristo e nele subsistem. Se tudo é dele, tudo pode ser feito para ele: o trabalho manual, criar filhos, escrever um livro.
Agir em nome de alguém significa duas coisas ao mesmo tempo: representá-lo e estar autorizado por ele. Por isso o versículo funciona como freio e como ânimo. Freio, porque nos faz perguntar se podemos mesmo fazer aquilo representando o Senhor. Ânimo, porque a tarefa difícil assumida em nome dele conta com a força dele. Os rabinos diziam algo parecido: “sejam todos os teus feitos praticados em nome do Céu”.
O que é novo em Paulo é o nome. E o versículo fecha com a gratidão, pela sexta vez nesta seção. No mundo antigo, quem recebia um benefício devia gratidão ao benfeitor em palavras e em atos. A vida inteira do cristão é a resposta de gratidão ao Pai, “por ele”, por meio de Cristo, que abriu o caminho até Deus.
Aplicação Para Hoje
Depois de gastar um capítulo desmontando regras humanas, Paulo não entrega uma lista melhor. Entrega um princípio que cobre tudo, porque Deus trata os seus filhos como adultos. F. F. Bruce observou que é fácil contornar regulamentos especiais e muito menos fácil contornar uma declaração tão abrangente, e tirou do versículo quatro perguntas que servem para qualquer decisão: qual é a coisa cristã a fazer aqui?
Posso fazer isto sem comprometer a minha confissão? Posso fazê-lo em nome do Senhor Jesus, cuja reputação está em jogo na conduta dos seus seguidores? E posso agradecer a Deus Pai por isto? Escolha uma área da vida que você trata como indiferente para a fé: o modo de dirigir, o que assiste, como fala do chefe no grupo da família, o que faz com o dinheiro que sobra.
Passe-a por essas perguntas. E assim o trecho se fecha onde começou. Começamos com três nomes que recebemos de Cristo: escolhidos, santos, amados. Terminamos com o nome dele sobre tudo o que fazemos.
Entre um ponto e outro, a roupa: compaixão, perdão, amor, paz, a palavra morando em nós. Nada disso é esforço para merecer um lugar. É o traje de quem já tem lugar, e um dia será manifestado com Cristo em glória. Vestir isso agora é ensaiar o que seremos para sempre.
Continue Estudando
Referências Bibliográficas
• DEAN JR., Robert. Colossians (2011), aulas 55 a 69. West Houston Bible Church e Dean Bible Ministries, 2012.
• WOODS, Andy. Ecclesiology, sessão 19 — The Purpose of the Church, Part 2 (Efésios 4.11-16). SpiritAndTruth.org, 8 de abril de 2018.
• GUZIK, David. Colossians 3 Commentary. Enduring Word.
• O’BRIEN, Peter T. Colossians, Philemon. Word Biblical Commentary.
• BRUCE, F. F. The Epistles to the Colossians, to Philemon, and to the Ephesians. New International Commentary on the New Testament.
• CAMPBELL, Constantine R. Colossians and Philemon: A Handbook on the Greek Text. Baylor Handbook on the Greek New Testament.
• WRIGHT, N. T. Colossians and Philemon. Tyndale New Testament Commentaries.
• OSBORNE, Grant R. Colossians and Philemon: Verse by Verse.
• TALBERT, Charles H. Ephesians and Colossians. Paideia Commentaries on the New Testament.
• CONSTABLE, Thomas L. Notes on Colossians. Plano Bible Chapel.
• WIERSBE, Warren W. Be Complete — Colossenses.
• BEERS, Holly. Colossians and Philemon. Através do Espírito Comentário.
• LUCADO, Max. Colossians and Philemon. Life Lessons.
• NAVIGATORS. Colossians and Philemon. LifeChange Series.
• RUCKMAN, Peter S. Galatians, Ephesians, Philippians, Colossians. The Bible Believer’s Commentary Series.
Resumo Visual
Vídeo de Aprofundamento
Exercícios de Fixação
Teste seu conhecimento. Leia a pergunta, tente responder mentalmente e clique para conferir.