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Chegamos ao fim da carta. Paulo a ditou preso em Roma, numa casa alugada, com uma corrente ligando o seu pulso ao de um soldado que se revezava a cada turno. Escreveu a uma igreja que nunca tinha visto, para dizer que Cristo é suficiente e que nada precisa ser acrescentado a ele. Depois mandou viver isso: tirar a roupa velha, vestir a nova, pôr a casa em ordem.
E agora faz o que um bom professor faz no último dia de aula: resume. O resumo tem duas ordens, “continuem a orar” e “sejam sábios no modo de agir com os que são de fora”, e as duas olham na mesma direção, para fora. A carta que dizia “Cristo em vocês, a esperança da glória” termina com Cristo por meio de vocês, na conversa com o vizinho.
Depois das duas ordens vem uma lista de nomes, a parte que costumamos pular. Não é apêndice. É a demonstração de que a oração e o testemunho só funcionam dentro de um corpo, com gente de carne e osso: o confiável, o que fracassou e voltou, o que ora até doer, o cansado que precisa de uma palavra.
Esse é o fio que vamos seguir: o quarto de oração, a rua e os irmãos que sustentam as duas coisas. E a última palavra da carta, escrita pela mão acorrentada, não é uma queixa. É graça.
1. Continuem a orar (Versículo 2)
Colossenses 4:2
“Continuem a orar, vigiando em oração com ação de graças.”
Contexto Histórico e Cultural
O verbo que abre o trecho, proskartereō, ilumina a ordem inteira. Ele significa persistir em algo com empenho, apesar dos obstáculos, e os evangelhos o usam numa cena simples: Jesus pede aos discípulos que mantenham um barquinho sempre à disposição, por causa da multidão. O barco não estava em uso o tempo todo, mas estava pronto o tempo todo. É assim que a oração deve estar na vida: não um recurso de emergência, mas um estado permanente.
O tempo do verbo confirma: é ordem de hábito, não de um momento. “Vigiando” é a palavra da sentinela, a de quem fica acordado. Vem da experiência de Neemias reconstruindo os muros: “oramos ao nosso Deus e pusemos guarda”. Carrega dois olhares: para o inimigo que ronda, e para o Senhor que volta.
E “com ação de graças” não é enfeite. Colossenses é uma das cartas mais gratas do Novo Testamento, e quem a escreve está preso. A gratidão é o que impede a oração de virar uma lista de reclamações com um amém no fim.
Aplicação Para Hoje
Gastamos os dias reagindo ao urgente, distraídos por telas e pelas demandas do trabalho, e o que tem valor eterno fica para quando sobrar tempo. Não sobra. Quem espera ter vontade de orar ora pouco. O remédio é prosaico: um horário reservado, uma lista do que e de quem estamos levando a Deus, e o registro das respostas.
Oração fiel, que não desiste; oração acordada, que não repete fórmulas pensando em outra coisa; oração grata, que agradece antes de pedir. Podemos agradecer até pela necessidade, porque é nela que veremos Deus agir. E tudo isso só não é um peso porque o caminho está aberto. No Antigo Testamento, só o sumo sacerdote entrava na presença de Deus, uma vez por ano, com sangue.
Hoje cada crente entra, a qualquer hora, porque Cristo abriu o acesso na cruz e vive para interceder por nós. Quando oramos pelos irmãos, participamos do que ele está fazendo agora. É dele, e não da nossa disciplina, que vem a confiança para continuar.
2. O preso que pede uma porta, não a chave (Versículos 3 a 4)
Colossenses 4:3-4
“Ao mesmo tempo, orem também por nós, para que Deus nos abra uma porta à palavra, a fim de falarmos do mistério de Cristo, pelo qual também estou algemado. Orem para que eu torne esse mistério conhecido, como me cumpre fazer.”
Contexto Histórico e Cultural
Da oração em geral, Paulo passa a um pedido concreto. “Porta aberta” era a imagem que ele costumava usar para oportunidade de anunciar o evangelho. E o que ele quer anunciar é “o mistério de Cristo”. Vale repetir o que a carta já ensinou: mistério, na Bíblia, não é segredo nem enigma; é uma verdade que ainda não havia sido revelada e que Deus agora tornou conhecida.
Aqui, a verdade é o próprio Cristo, habitando em judeus e gentios num só corpo. É por pregar isso que Paulo está algemado. Mas o coração do pedido está no que ele não pede. Como observou Warren Wiersbe, Paulo não pediu que as portas da prisão se abrissem, e sim portas de ministério; para ele era mais importante ser um ministro fiel do que um homem livre.
Ele nem pede coragem: pede clareza, “para que eu torne esse mistério conhecido, como me cumpre fazer”. E a porta se abriu dentro da própria prisão. Os soldados acorrentados a ele ouviam o evangelho turno após turno, e Paulo pôde escrever, em outra carta, que havia santos até na casa de César.
Aplicação Para Hoje
Vale revisar as nossas últimas dez orações. Quantas pediram alívio e quantas pediram oportunidade? Não é errado pedir que a dificuldade passe, mas Paulo nos ensina a pedir algo maior: que, dentro dela, Deus abra uma porta para a palavra. A doença que nos põe num corredor de hospital, o emprego de que não gostamos, a vizinhança difícil, tudo isso pode ser o lugar onde alguém vai ouvir de Cristo, e não ouviria se estivéssemos em outro lugar. John Bunyan, preso na Inglaterra por pregar sem licença, ouviu que seria solto se prometesse parar.
Respondeu: “Se eu sair da prisão hoje, pregarei o evangelho de novo amanhã, com a ajuda de Deus.” E vale orar também pelos que pregam: pelo presbítero, pelo pastor, pelos missionários, pelo professor da classe das crianças. Que Deus lhes dê portas abertas e clareza. O próprio Senhor Jesus disse “eu sou a porta”. Toda porta que se abre para a palavra é uma porta para ele.
3. Sabedoria e sal com os de fora (Versículos 5 a 6)
Colossenses 4:5-6
“Sejam sábios no modo de agir com os que são de fora e aproveitem bem o tempo. Que a palavra dita por vocês seja sempre agradável, temperada com sal, para que saibam como devem responder a cada um.”
Contexto Histórico e Cultural
Esta é a segunda ordem do fecho, e ela leva a oração para a rua. “Os de fora” são os que não creem, entre os quais os colossenses viviam. Circulavam boatos distorcidos sobre os cristãos, e o modo de desmenti-los era o jeito de viver de cada dia. Sabedoria, aqui, não é a dos filósofos nem a dos falsos mestres com os seus conhecimentos reservados; é a do Antigo Testamento: perícia para viver, saber o que fazer com o que se sabe.
“Aproveitem bem o tempo” usa um verbo do mercado: comprar a oportunidade, como o comerciante que reconhece um bom negócio e não o deixa passar. Depois vem a fala. “Agradável, temperada com sal” era uma expressão corrente para a conversa sábia e com sabor. O sal dava gosto à comida e impedia que estragasse; a fala do cristão atrai e não corrompe.
E ela nasce da graça no coração, não de técnica. O versículo termina com “responder a cada um”: Paulo não manda discursar, manda responder. Ele supõe que os de fora vão fazer perguntas, e perguntas nascem de vidas visivelmente diferentes.
Aplicação Para Hoje
Andar com sabedoria diante dos de fora começa em terreno bem concreto: fazer bem o trabalho, pagar as contas, cumprir o que se prometeu. De pouco adianta falar de Cristo ao dono da loja a quem devemos há meses. A reputação do evangelho está ligada à conduta de quem diz tê-lo recebido; gente que nunca abre a Bíblia lê a nossa vida. Se ninguém nos pergunta nada sobre a nossa fé, talvez o problema esteja no versículo 5, não no 6.
E quando a pergunta vier, responda à pessoa, não ao assunto. Cada um tem a sua dor e a sua dúvida. A resposta se ajusta a quem pergunta; o conteúdo do evangelho não se ajusta a ninguém: somos pecadores, Cristo morreu por nós, quem nele crê não é condenado. N.
T. Wright deixou um aviso que vale guardar: se a resposta soar como sentença ou como bronca pela ignorância do outro, o argumento pode ser ganho e a pessoa, perdida. Jesus conversou de um jeito com Nicodemos e de outro com a mulher samaritana. É a mesma graça, com sal na medida de cada um.
4. Tíquico e Onésimo: o confiável e o que voltou como irmão (Versículos 7 a 9)
Colossenses 4:7-9
“Quanto à minha situação, Tíquico, irmão amado, fiel ministro e conservo no Senhor, lhes dará todas as informações. Eu o estou enviando com o expresso propósito de lhes dar conhecimento da nossa situação e de alentar o coração de vocês. Com ele estou enviando Onésimo, o fiel e amado irmão, que é da igreja de vocês. Eles contarão a vocês tudo o que está acontecendo aqui.”
Contexto Histórico e Cultural
As cartas antigas terminavam com recados e saudações; o correio era lento, e os nomes no fim eram o tecido da amizade. Paulo segue o costume e o enche de evangelho. Tíquico é o portador da carta: fará a longa viagem de Roma até o vale do rio Lico para entregá-la, contar as notícias e “alentar o coração” dos irmãos. Recebe três títulos: irmão amado, fiel ministro, conservo no Senhor. “Conservo” quer dizer companheiro de escravidão, escravo do mesmo Senhor, e na boca de Paulo era o maior dos elogios.
Não era fácil estar ligado a um preso cheio de inimigos, e Tíquico ficou. Com ele vai Onésimo. A igreja de Colossos o conhecia bem: era o escravo que fugira da casa de Filemom, um deles. Em Roma, encontrou Paulo e creu. Agora volta, não acorrentado, mas com recomendação apostólica: “o fiel e amado irmão, que é da igreja de vocês”.
E há uma delicadeza que passa despercebida. Dois versículos antes, Paulo chamou Tíquico de “conservo” como elogio. Diante do único homem da lista que era escravo de verdade, ele evita a palavra. O cuidado pastoral do apóstolo está no termo que não usou.
Aplicação Para Hoje
Já se disse que a maior habilidade do mundo é a confiabilidade. Tíquico não pregou sermões famosos nem escreveu cartas; levou a carta dos outros, e por causa dele nós a lemos hoje. A igreja vive de gente assim: quem abre o templo, quem chega no horário, quem faz o que prometeu sem precisar ser lembrado. Vale perguntar se somos alguém de quem os irmãos podem depender. E vale aprender com Paulo a escolher palavras diante de quem já carrega um peso.
Ele poderia ter escrito “o escravo fugido que estou devolvendo”. Escreveu “irmão fiel e amado”. O evangelho muda o nome pelo qual chamamos as pessoas: o ex-presidiário, a moça de passado complicado, o rapaz que saiu das drogas são, na igreja, irmãos amados, e é assim que devem ser apresentados. Cristo fez isso conosco primeiro. Éramos fugitivos, e ele nos mandou de volta para o Pai com a recomendação dele mesmo.
5. Aristarco, Marcos e Jesus Justo: os que ficaram (Versículos 10 a 11)
Colossenses 4:10-11
“Aristarco, que está preso comigo, manda saudações; e também Marcos, primo de Barnabé. A respeito dele vocês já receberam instruções; se ele for até aí, recebam-no bem. Também Jesus, conhecido por Justo, manda saudações. Estes são os únicos da circuncisão que cooperam pessoalmente comigo pelo Reino de Deus. Eles têm sido o meu consolo.”
Contexto Histórico e Cultural
Três judeus, os únicos do seu povo que continuavam ao lado de Paulo, e ele diz com simplicidade: “têm sido o meu consolo”. Aristarco tem um currículo de lugares ruins: estava no tumulto de Éfeso, na viagem a Jerusalém, no navio que naufragou a caminho de Roma, e agora está “preso comigo”. Não sabemos se a prisão dele era oficial ou se ele simplesmente escolheu ficar onde ninguém escolhe ficar. O resultado para Paulo foi o mesmo: companhia.
Marcos é a história mais humana da lista. Na primeira viagem missionária, ainda jovem, abandonou a equipe no meio do caminho. Quando Barnabé quis levá-lo de novo, Paulo recusou, e a discussão foi tão séria que separou a dupla missionária mais importante da igreja. Anos depois, é o próprio Paulo quem escreve: “se ele for até aí, recebam-no bem”.
É uma carta de recomendação assinada pelo homem que um dia o rejeitou. De Jesus, chamado Justo, não sabemos mais nada. O nome dele aparece na Bíblia uma única vez, e é aqui.
Aplicação Para Hoje
Marcos é um encorajamento para quem fracassou na primeira tentativa de servir a Deus. Ele não ficou sentado, de mal com todos; voltou ao trabalho e se mostrou fiel. No fim da vida, Paulo pedirá: “traga Marcos, pois ele me é útil”. E este mesmo Marcos escreveu um dos quatro evangelhos.
Mas por trás dele há um Barnabé, o primo que não desistiu quando todos tinham motivo para desistir. Há um Marcos na sua igreja, alguém que falhou e sumiu? Talvez caiba a você escrever a recomendação que ninguém quer escrever, ou ser o Barnabé de alguém mais novo. A graça que mudou Marcos também amoleceu Paulo com o tempo.
E Jesus Justo representa os crentes fiéis de quem ninguém fala. A história não guardou nada do que ele fez; Deus guardou tudo. O Senhor, que não se esquece de um copo de água dado em seu nome, tem o registro completo de cada servo anônimo.
6. Epafras, Lucas e Demas: a oração que luta (Versículos 12 a 14)
Colossenses 4:12-14
“Epafras, que é da igreja de vocês, manda saudações. Ele é um servo de Cristo Jesus que está sempre lutando por vocês em oração, para que vocês se conservem maduros e plenamente convictos em toda a vontade de Deus. E posso testemunhar a respeito de Epafras de que muito se empenha por vocês, pelos de Laodiceia e pelos de Hierápolis. Lucas, o médico amado, e também Demas mandam saudações.”
Contexto Histórico e Cultural
Se o versículo 2 manda orar, o versículo 12 mostra a ordem obedecida. Epafras é o colossense que levou o evangelho à sua cidade e às duas vizinhas, e que atravessou o mar para contar a Paulo o que acontecia lá. Longe das suas ovelhas, faz por elas a única coisa que pode, e Paulo descreve isso com agōnizomai, a palavra do atleta que dá tudo na arena, de onde vem o nosso “agonizar”. É a mesma família de palavras usada para a oração de Jesus no Getsêmani. Não porque seja preciso arrancar de Deus uma resposta, mas porque oração de verdade custa.
E Epafras sabia o que pedia: que os irmãos se conservassem “maduros e plenamente convictos em toda a vontade de Deus”. É exatamente o que Paulo tinha pedido no começo da carta, e é o tema dela: maturidade firmada em Cristo, contra os que ofereciam perfeição por outro caminho. Ele orava por três cidades, o vale inteiro. De todos os cooperadores de Paulo, é o único elogiado expressamente pelo seu ministério de oração. Depois vêm Lucas, “o médico amado”, o que nos diz de passagem que o apóstolo que orava por cura viajava com um médico, e Demas, aqui ainda de pé, mandando saudações.
Aplicação Para Hoje
Epafras nos dá um teste para a vida de oração: se alguém perguntasse agora o que você tem pedido pelos seus irmãos, saberia dizer? Ele orava sempre, não só quando tinha vontade. Orava com empenho. Orava por pessoas, “por vocês”, não pelo mundo em geral e por ninguém em particular. Orava por algo definido.
E pedia maturidade, não só conforto. As nossas reuniões de oração costumam pedir saúde, emprego e proteção, e é bom pedir. Mas quando foi a última vez que pedimos que um irmão ficasse firme na vontade de Deus e crescesse em Cristo? Escolha cinco nomes nesta semana e ore assim por eles. Quanto a Demas, anos depois Paulo escreverá: “Demas me abandonou, tendo amado o presente século”.
Marcos tinha ido embora e voltou; Demas estava perto e foi embora. Estar na lista hoje não garante o amanhã, e é por isso que precisamos que alguém lute por nós em oração. Temos esse alguém: Cristo vive para interceder pelos seus. Epafras apenas se juntou a ele.
7. Laodiceia, Arquipo e a assinatura da mão acorrentada (Versículos 15 a 18)
Colossenses 4:15-18
“Saúdem os irmãos de Laodiceia, bem como Ninfa e a igreja que se reúne na casa dela. E, depois que esta carta tiver sido lida entre vocês, façam com que seja lida também na igreja dos laodicenses. E vocês, leiam também a carta que vier de Laodiceia. E digam a Arquipo: “Atente para o ministério que você recebeu no Senhor, cumprindo bem a sua tarefa.” A saudação é de próprio punho: Paulo. Lembrem-se das minhas algemas. A graça esteja com vocês.”
Contexto Histórico e Cultural
Laodiceia ficava a poucos quilômetros de Colossos e era a cidade rica do vale, centro de bancos e de tecidos. Os cristãos ainda não tinham templos; reuniam-se em casas, e Ninfa abria a dela. As cartas dos apóstolos eram lidas em voz alta na reunião e depois passavam de igreja em igreja, e foi assim que começaram a ser guardadas como Escritura. A carta “que vier de Laodiceia” se perdeu, e isso não deixa a Bíblia incompleta: Paulo escreveu muitos bilhetes e recados na vida, e o Espírito Santo preservou os que inspirou para a igreja de todos os tempos.
Depois vem o recado a Arquipo, provavelmente filho de Filemom, que Paulo chama em outro lugar de “companheiro de lutas”. Parece um obreiro cansado, num campo difícil. E repare: Paulo não escreve a ele; manda a igreja dizer a ele. Arquipo estaria sentado ali quando a carta fosse lida, e ouviria dos próprios irmãos que o seu ministério, “recebido no Senhor”, era desejado.
Por fim, Paulo toma a pena do secretário para assinar. A corrente tilinta quando a mão se move. “Lembrem-se das minhas algemas” não é autopiedade; é o pedido de oração do versículo 3, agora sem verbo.
Aplicação Para Hoje
Um pregador antigo, Jeremiah Dyke, resumiu o versículo 17 numa frase: muitos Arquipos estão lerdos porque os colossenses estão calados. Há na nossa igreja um obreiro cansado: a professora das crianças que ninguém agradece, o líder que carrega o ministério sozinho, o pastor. Diga a ele, nesta semana, que o trabalho dele é desejado. Não pelas costas, não no grupo de mensagens, não a outra pessoa: a ele. E Laodiceia deixa um aviso.
Uma geração depois desta carta, é a igreja morna do Apocalipse, a que dizia “sou rica e de nada tenho falta”. É difícil orar pelo pão de cada dia quando se é dono da padaria. Onde deixamos de orar porque já temos? E assim a carta termina.
Começou com “graça a vocês” e fecha com “a graça esteja com vocês”, como duas mãos segurando tudo o que está no meio. Contra quem oferecia plenitude por regras, visões e esforço, a última palavra do apóstolo preso é graça. No quarto de oração e na rua, com os irmãos ao lado, é só nela que se anda com segurança. Porque em Cristo já temos tudo, e nada precisa ser acrescentado a ele.
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Referências Bibliográficas
• Robert Dean Jr. — “Prayer, Wisdom, Final Greetings”, Colossians (2011), aula 084b, 16/12/2012, 58min45.
• Robert Dean Jr. — Série Prayer (1997), aulas 01 a 06, 28 a 30/12/1997, 5h34 no total.
• Robert Dean Jr. — “Only God Provides Stability”, Revelation (2004), aula 081b, Ap 3.14, 17/09/2006, 53min17.
• Andy Woods — “The Practice of Peace”, Philippians, sessão 11, Fp 4.4-9, 14/06/2020, 1h07.
• Andy Woods — “The Curse of Prosperity”, Revelation, sessão 17, Ap 3.14-20, 14/10/2018, 1h09.
• Constable, Thomas L. Notes on Colossians. Consulta às seções “D. The essential practice 4:2-6” e “V. Conclusion 4:7-18”.
• Guzik, David. Enduring Word Bible Commentary, Colossians 4: “Prayer Life, Personal Witness, and Final Greetings”.
• Wiersbe, Warren W. Be Complete. Capítulo 11, “Talk Is Not Cheap!” (Cl 4.2-9), e capítulo 12, “Friends, Romans, Countrymen” (Cl 4.10-18).
• Vine, W. E. Expository Dictionary of New Testament Words.
• Bruce, F. F. The Epistles to the Colossians, to Philemon, and to the Ephesians (NICNT). Seções “Watch and Pray (4:2-6)” e “Personal Notes (4:7-17)”.
• O’Brien, Peter T. Colossians, Philemon (Word Biblical Commentary 44). Blocos “Final Admonitions (4:2-6)” e “Personal Greetings and Instructions (4:7-18)”.
• Campbell, Constantine R. Colossians and Philemon: A Handbook on the Greek Text (BHGNT). Análise gramatical de Cl 4.2-18.
• Wright, N. T. The Epistles of Paul to the Colossians and to Philemon (TNTC).
Nova Almeida Atualizada (NAA). Copyright © 2017 Sociedade Bíblica do Brasil. Todos os direitos reservados. Texto bíblico utilizado com autorização.
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