Série: Efésios • Estudo Bíblico

Efésios 1.15-23: Uma oração para que saibamos o que já temos em Cristo

"Peço ao Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, que conceda a vocês espírito de sabedoria e de revelação no pleno conhecimento dele. Efésios 1:17"

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No trecho anterior, Paulo bendisse a Deus numa única frase, a mais longa do Novo Testamento, enumerando tudo o que já temos em Cristo: escolhidos, adotados, redimidos, perdoados, feitos herança, selados com o Espírito. Agora vem a segunda frase mais longa da carta, e ela é uma oração. O “por isso” que a abre aponta para trás, para tudo aquilo. Paulo não pede que os efésios recebam bênçãos novas.

Pede que entendam as que já receberam. É uma oração de manutenção, não de emergência: não há crise em Éfeso, há riqueza não reconhecida. E é uma oração que a igreja pode repetir palavra por palavra, porque nada nela é específico de uma cidade ou de um tempo.

E a cidade explica por que a oração termina falando de poder. Éfeso vivia à sombra do templo de Ártemis e era um centro de magia; os novos convertidos queimaram uma fortuna em livros de feitiçaria. Um povo acostumado a comprar poder de fontes ocultas precisava saber onde o poder de verdade está. Esse é o fio que vamos seguir: Paulo pede que conheçamos a Deus e enxerguemos três coisas que já são nossas, a esperança do chamado, a herança de Deus em nós e a grandeza do poder dele. E a régua desse poder é o próprio Cristo, ressuscitado e assentado acima de tudo, dado à igreja como cabeça.

1. Uma boa notícia que leva a orar (Versículos 15 a 16)

Efésios 1:15-16
“Por isso, também eu, tendo ouvido a respeito da fé que vocês têm no Senhor Jesus e do amor para com todos os santos, não cesso de dar graças por vocês, mencionando-os nas minhas orações.”

Contexto Histórico e Cultural

Paulo tinha passado três anos em Éfeso, e mesmo assim diz que “ouviu” a respeito da fé deles. Entre a partida dele e esta carta, escrita da prisão em Roma, passaram-se cinco ou seis anos, e muita gente nova entrou na igreja. O que chegou até ele foi notícia de crescimento: fé no Senhor Jesus e amor por todos os santos. Repare no par. A fé é a relação com Deus; o amor pelos irmãos é a prova visível dela.

Paulo não agradece pelo amor deles a Deus, que ninguém vê, mas pelo amor deles ao povo de Deus, que todos veem. E “não cesso de dar graças” não descreve uma oração ininterrupta. É o modo bíblico de dizer que algo é característica constante, como quem diz que trabalha “dia e noite”. A carta, aliás, quase não tem correção; a igreja ia bem, e Paulo escreve para que ela entenda por que ia bem. A resposta de Paulo a uma boa notícia é orar.

Como observou J. Vernon McGee, o que costuma nos mover à oração é a doença, a crise, a aflição; Paulo era movido também pelas coisas boas. E o motivo de Paulo é a gratidão. A palavra “graça” está na raiz de “gratidão”: quem entende que tudo o que tem é imerecido agradece, e quem vive absorvido em si mesmo não consegue.

Aplicação Para Hoje

Quando você ouve que uma igreja está firme, que um irmão cresceu, que um jovem se converteu, isso o leva a orar ou rende só um comentário? Paulo nos ensina a orar movidos pelo bem, e não só pelo problema. Uma prática simples: comece a semana com dez motivos de gratidão por escrito, e inclua um deles difícil, porque a Bíblia manda dar graças em todas as coisas e por todas as coisas. E há uma lição sobre o que vale como prova de fé. A evidência real da obra de Deus em nós não é o amor que dizemos ter por ele, e sim o amor pelo povo dele, que os outros podem ver: uma necessidade legítima de um irmão suprida, um tanque de gasolina pago, uma visita feita.

Cristo disse que é por esse amor que o mundo reconhece os discípulos. Foi assim que a fé dos efésios virou notícia em Roma. E repare que o amor era “para com todos os santos”, não só com os simpáticos: numa cidade em que judeus e gentios, escravos e livres, se sentavam na mesma mesa, esse amor era um milagre visível. Foi Cristo quem os pôs juntos, e é por ele que continuamos juntos.

2. Conhecer a Deus é o pedido central (Versículo 17)

Efésios 1:17
“Peço ao Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, que conceda a vocês espírito de sabedoria e de revelação no pleno conhecimento dele.”

Contexto Histórico e Cultural

Paulo ora ao Pai, “o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo”, e o chama de “Pai da glória”. Glória, em hebraico, é literalmente peso: a soma de tudo o que Deus é, os atributos todos reunidos. Foi diante dessa glória que Isaías, no templo, descobriu que os próprios lábios eram impuros, não por ter blasfemado, mas por perceber que a conversa dos anjos era sobre Deus e a dele não. O pedido central da oração vem então: “espírito de sabedoria e de revelação no pleno conhecimento dele”.

O espírito aqui é o Espírito Santo, porque só ele revela; ninguém tem uma “disposição de revelação”. Os efésios já o tinham; o que Paulo pede é uma ação específica dele: sabedoria, que na Bíblia é perícia para viver, e revelação, o desvelar do que só Deus pode mostrar. E tudo isso “no pleno conhecimento dele”, epignōsis, o conhecimento dirigido a Deus, que reconhece e discerne, e não o acúmulo de informação sobre ele. De tudo o que Paulo poderia pedir, pede isto primeiro, porque sem conhecer a Deus não se entende quase nada do resto.

A filosofia diz “conhece-te a ti mesmo”; o evangelho diz “conhece o teu Deus”. Jesus definiu assim a vida eterna: “que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste”. Conhecer não é o pré-requisito da vida eterna; é a própria substância dela.

Aplicação Para Hoje

Conhecer a Deus pessoalmente é a salvação; conhecê-lo cada vez mais é o crescimento; conhecê-lo por inteiro será a glória. A oração de Paulo é pelo meio do caminho, e ela expõe as nossas. Quantas das nossas orações pedem que alguém conheça mais a Deus? Pedimos saúde, emprego, provas, viagens, e é certo pedir.

O problema é a lista ter só isso. O caminho para esse conhecimento não é uma experiência mística; é o Espírito agindo por meio da Palavra lida, ouvida e guardada. Isaías nos dá um teste desconfortável: de tudo o que falamos num dia, futebol, filhos, trabalho, que porcentagem é sobre as coisas de Deus? Não se trata de falar em tom religioso, mas de ter a mente cheia dele.

Cristo é o Deus que se deixou conhecer. Quem quer conhecer o Pai olha para o Filho, e o Espírito abre os olhos para ver. Por isso a leitura dos Evangelhos nunca fica velha: ali Deus se mostra andando, falando, chorando, perdoando. Cada capítulo lido com atenção é uma resposta à oração de Paulo.

3. Olhos já abertos para a esperança e a herança (Versículo 18)

Efésios 1:18
“Peço que ele ilumine os olhos do coração de vocês, para que saibam qual é a esperança da vocação de vocês, qual é a riqueza da glória da sua herança nos santos”

Contexto Histórico e Cultural

No grego, “iluminados” está num tempo que descreve algo já feito, com efeito que permanece. Paulo não pede que os olhos sejam abertos; ele os supõe abertos, na conversão, e pede que sejam usados. Todo crente já tem os olhos do coração iluminados pelo Espírito. E “coração”, na Bíblia, quase nunca é sentimento: é o centro do pensar e do entender. Com esses olhos, Paulo quer que vejam duas coisas.

A primeira é “a esperança da vocação”. Esperança, elpis, não é “tomara”; é expectativa confiante, quase o mesmo que segurança. A vocação é o convite, e a esperança do convite é o que Deus prometeu a quem o aceitou: a volta de Cristo, a ressurreição, a glória. A segunda é “a riqueza da glória da sua herança nos santos”. Repare no possessivo: a herança é dele.

O versículo 14 falou da nossa herança; este fala da de Deus, e nós somos ela. É a mesma linguagem do Antigo Testamento sobre Israel: “a porção do Senhor é o seu povo”. Deus considera os seus santos o seu tesouro, e o que ele tem em vista é a igreja que um dia estará diante dele em glória. Paulo já dissera, na frase anterior, que os crentes existem “para o louvor da sua glória”: a herança de Deus é um povo que reflete quem ele é.

Aplicação Para Hoje

Se os olhos já foram abertos, por que tanta coisa na Bíblia nos parece fechada? Quase sempre a resposta não é capacidade, é disciplina. A iluminação é potencial: não basta abrir a Bíblia e esperar que ela se explique; é preciso lê-la, estudá-la, ouvir quem a ensina, e o Espírito faz o resto. Quanto à esperança, ela muda o modo de atravessar os dias ruins. Não promete que nada de ruim acontecerá; promete que o fim já está garantido, e por isso o coração descansa mesmo no meio da dor, como o do Senhor no Getsêmani.

E ser a herança de Deus muda o eixo do nosso valor. Dizer “eu tenho uma herança” me faz credor; dizer “eu sou a herança dele” me faz precioso, e pelo preço que foi pago, não pelo meu desempenho. Num dia de fracasso, a pergunta certa não é “quanto eu valho?”, mas “de quem eu sou?”. Somos de Cristo, e ele nos considera o seu tesouro. Quem sabe disso ora com outra postura, serve com outro ânimo e sofre com outra esperança.

4. O poder que já está sobre nós (Versículo 19)

Efésios 1:19
“e qual é a suprema grandeza do seu poder sobre nós, os que cremos, segundo a eficácia da força do seu poder.”

Contexto Histórico e Cultural

O terceiro pedido é sobre poder, e Paulo empilha quatro palavras diferentes para dizê-lo, porque a linguagem humana não alcança a onipotência: a grandeza que excede tudo, o poder como capacidade, a força que age, o domínio. Não é uma explosão, nem um choque elétrico; é a onipotência de Deus dirigida “sobre nós, os que cremos”. E aqui a cidade fala. Éfeso buscava poder na magia, nos amuletos, nos nomes secretos.

Paulo diz que a fonte do poder não é nada disso. É Deus, e o poder dele já está voltado para quem crê. A esperança olha para o passado, o dia do chamado; a herança olha para o futuro, a consumação; o poder cobre o intervalo entre os dois, o presente em que vivemos. Os três pedidos, juntos, cobrem a vida inteira.

E o poder de Deus, na Bíblia, opera por um meio concreto: à medida que entendemos a verdade da Palavra, Deus a usa para nos fortalecer por dentro. Não é intervenção espetacular; é a força que sustenta a vida cristã comum, dia após dia: a paciência com o filho difícil, a honestidade que custa dinheiro, o perdão que ninguém pediu. Paulo dirá, no fim da carta, que essa mesma força é a armadura para a luta espiritual.

Aplicação Para Hoje

A versão de hoje da magia de Éfeso raramente tem nome de deusa. Tem nome de técnica, de método, de atalho espiritual, de experiência que promete um poder a mais. Quando o cristão vai buscar poder nessas coisas, está fazendo o que Paulo corrigiu. O poder já está sobre nós; o que falta é conhecê-lo e usá-lo. Há um provérbio que circula nas igrejas, “Deus não dá mais do que podemos suportar”, e ele não é bíblico.

O que a Bíblia diz é que, com a provação, Deus dá o escape para que possamos suportar, e as ferramentas dele são a Palavra e o Espírito. Como diz o Dr. Robert Dean, cite um problema que alguém enfrente nesta vida que seja maior do que a onipotência de Deus. Não existe um.

Isso não quer dizer que tudo será fácil; cristãos são presos e mortos pela fé. Quer dizer que nenhuma circunstância excede o poder que age a nosso favor. Na hora da provação, portanto, a pergunta não é se Deus pode, mas se nós conhecemos o poder que já está sobre nós. E a régua desse poder vem no versículo seguinte.

5. A régua do poder: ressuscitado e assentado acima de tudo (Versículos 20 a 21)

Efésios 1:20-21
“Ele exerceu esse poder em Cristo, ressuscitando-o dentre os mortos e fazendo-o sentar à sua direita nas regiões celestiais, acima de todo principado, potestade, poder, domínio e de todo nome que se possa mencionar, não só no presente século, mas também no vindouro.”

Contexto Histórico e Cultural

Para mostrar o tamanho do poder disponível a nós, Paulo não escolhe a criação, nem o Mar Vermelho, nem o Sinai. Escolhe o que Deus fez com o corpo morto do seu Filho: ressuscitou-o e o fez sentar à sua direita. Se a cruz é a maior demonstração do amor de Deus, a ressurreição é a maior demonstração do poder dele. E o sepulcro ficou vazio: Deus não fabricou um corpo novo, transformou o mesmo corpo, e esse é o padrão do que fará conosco.

Depois vem a sessão, o assentar-se à direita, o lugar da autoridade delegada. Hoje Cristo está assentado como Sumo Sacerdote, Advogado e Intercessor dos seus; o Reino sobre a terra ele receberá quando voltar. E está “acima de todo principado, potestade, poder, domínio”, os quatro termos que a cidade usava para as hierarquias dos anjos e dos espíritos, e ainda acima de “todo nome que se possa mencionar”. Em Éfeso, pagava-se caro por um nome de poder.

Paulo diz que o nome do assentado está acima de todos, neste século e no que vem. Nada, no céu ou na terra, fica fora dessa autoridade. Repare que a lista não distingue anjos bons e maus; inclui todos, porque o ponto não é a maldade deles, mas a supremacia dele.

Aplicação Para Hoje

Como pergunta o Dr. Andy Woods aos seus alunos, quando foi a última vez que você ouviu um sermão sobre o que Cristo está fazendo agora? Cantamos a cruz e cantamos a volta, e quase nunca falamos do Sacerdote assentado, que hoje intercede por nós e responde por nós diante do Pai. Vale levar isso à próxima ceia.

E vale usar a régua. Que circunstância da sua vida você mediria diferente se a medisse pelo poder que tirou um corpo do sepulcro e o assentou acima de todo poder do universo? A doença, a dívida, o filho distante, a igreja pequena: nada disso é maior que isso. Para os efésios, isso significava que os poderes que eles temiam estavam debaixo dos pés de Cristo.

Para nós, significa o mesmo: quem está em Cristo está com aquele a quem tudo está sujeito. E um dia ele se levantará daquele trono para voltar, “do modo como o viram subir”. Até lá, cada vez que olhamos para cima, sabemos quem está lá, e por quem.

6. Cabeça sobre todas as coisas, dado à igreja (Versículos 22 a 23)

Efésios 1:22-23
“E sujeitou todas as coisas debaixo dos pés de Cristo e, para ser o cabeça sobre todas as coisas, o deu à igreja, a qual é o seu corpo, a plenitude daquele que a tudo enche em todas as coisas.”

Contexto Histórico e Cultural

“Sujeitou todas as coisas debaixo dos pés” é o Salmo 8, que fala do homem criado para governar a criação como representante de Deus. O primeiro Adão perdeu esse domínio por desobedecer; o segundo Adão o recebeu por obedecer, e a imagem é militar: o vencedor põe o pé sobre o pescoço do vencido. Mas a Bíblia acrescenta, em Hebreus, que “ainda não vemos todas as coisas sujeitas a ele”. O domínio é real e ainda não está inteiramente visível.

E então a frase que mais nos toca: Deus “o deu à igreja” como cabeça. Cristo exaltado sobre o universo é o presente de Deus para a sua igreja. “Cabeça”, kephalē, significa autoridade; não é uma posição de mando duro, mas de liderança que serve, como o próprio Cristo lavando os pés. A igreja é o corpo dele, e é chamada de “plenitude” dele: não porque Cristo precise de nós para ser completo, mas porque ele, que recebeu do Pai toda a plenitude, enche a igreja com o que recebeu.

E como ele nos enche? A carta irmã responde: “habite ricamente em vocês a palavra de Cristo”. Ele nos enche de si mesmo por meio da sua Palavra, e o alvo não é nos tornar pequenos deuses, mas formar em nós o caráter do Filho. A igreja de Éfeso, cercada de templos, foi chamada a ser o lugar em que o Deus verdadeiro se faz presente na terra.

Aplicação Para Hoje

Se Cristo é a cabeça, a igreja não é uma organização que se governa a si mesma, nem um clube de pessoas parecidas. É um corpo que recebe direção e alimento de uma só cabeça, e cada membro está ligado a ele. Isso corrige duas tentações: a de líderes que mandam como se fossem a cabeça, e a de membros que agem como se não tivessem cabeça. Onde a autoridade de Cristo é afirmada na palavra e negada na prática?

E se ele enche a igreja por meio da Palavra, uma igreja que se alimenta pouco da Palavra é um corpo desnutrido, por mais atividade que tenha. Voltamos ao começo: Paulo não pediu bênçãos novas. Pediu que os efésios entendessem as que já tinham. Como escreveu Warren Wiersbe, muitos cristãos nunca leram o extrato para descobrir a riqueza que Deus depositou na conta deles por meio de Jesus Cristo.

Ele conta de um homem riquíssimo que mandou procurar pelo mundo obras de arte que queria possuir, até descobrir que já estavam no seu próprio depósito. É a nossa história. A esperança, a herança e o poder já são nossos, porque Cristo, assentado acima de tudo, foi dado a nós. Que esta seja a nossa oração uns pelos outros nesta semana: não por bênçãos novas, mas por olhos para ver as que já temos.

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Referências Bibliográficas

• DEAN JR., Robert. Ephesians (2018), lições 038b a 046b. West Houston Bible Church, ago.-out. 2019. Âncora primária.

• WOODS, Andy. Book of Ephesians, sessão 02 — “Ephesians 1: Our Trinitarian Blessings”. Sugar Land Bible Church, 21/03/2010. Âncora secundária.

• HOEHNER, Harold W. Ephesians: An Exegetical Commentary. Grand Rapids: Baker Academic, 2002. Seção “Prayer for Wisdom and Revelation (1:15-23)”.

• BOCK, Darrell L. Ephesians (Tyndale New Testament Commentaries). Seção “Prayer for understanding of God’s power”.

• CONSTABLE, Thomas L. Notes on Ephesians, edição 2026. soniclight.com.

• GUZIK, David. Enduring Word Bible Commentary, Efésios 1. enduringword.com.

• McGEE, J. Vernon. Thru the Bible, vol. 47: As Epístolas — Efésios.

• WIERSBE, Warren W. Be Rich (Efésios), guia de estudo, lição 2.

• JEREMIAH, David. Ephesians, lição 2: “A Prayer for Empowerment”.

F. F. Bruce, John Stott, William Hendriksen, J. Armitage Robinson, J. B. Lightfoot, Rudolf Bultmann, Andrew Lincoln, Rudolf Schnackenburg, H. A. W. Meyer, Ernest Best, Francis Foulkes, Joachim Gnilka, Frank Thielman, Markus Barth, Leon Morris, Kenneth Wuest, William Barclay, Lewis Sperry Chafer e Charles Ryrie. Nenhum deles foi tratado como autoridade primária; todos aparecem como o autor citante os apresenta.

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