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Vídeo resumo
Começamos hoje a carta aos Filipenses. Filipos era uma colônia romana na Macedônia, onde Paulo chegou na segunda viagem missionária. Ali não havia sinagoga, e a igreja nasceu à beira de um rio, na conversa com algumas mulheres, entre elas Lídia, e numa prisão, quando o carcereiro ouviu Paulo e Silas cantando à meia-noite e perguntou o que devia fazer para ser salvo (Atos 16).
Dez anos depois, essa igreja tem presbíteros e diáconos e uma história de ofertas enviadas ao apóstolo. Agora Paulo está preso em Roma, e os filipenses lhe mandaram ajuda por Epafrodito. A carta é a resposta de um amigo agradecido.
Os onze primeiros versículos são a saudação, a ação de graças e a oração que abrem a carta. Esta é a mensagem que vamos acompanhar: Deus começou na igreja de Filipos uma parceria no evangelho e vai levá-la a termo até o Dia de Cristo, e por isso Paulo agradece com alegria e ora para que o amor deles cresça e aprenda a escolher o melhor. Em onze versículos, o nome de Cristo aparece sete vezes. Os servos são dele, os santos estão nele, a graça e a paz vêm dele, o afeto é dele e o fruto vem por meio dele.
1. Servos de Cristo saúdam os santos de Filipos com graça e paz (Versículos 1 a 2)
Filipenses 1:1-2
“Paulo e Timóteo, servos de Cristo Jesus, a todos os santos em Cristo Jesus, inclusive bispos e diáconos que vivem em Filipos. Que a graça e a paz de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo estejam com vocês.”
Contexto Histórico e Cultural
As cartas daquele tempo começavam com o nome de quem escrevia, o nome de quem recebia e um cumprimento. Paulo usa o formato e muda o conteúdo das três partes. Ele não se apresenta como apóstolo, e sim como servo. A palavra grega, doulos, significa escravo, alguém que tem dono. Filipos era uma cidade apaixonada por títulos, onde as pessoas mandavam gravar em pedra os cargos que tinham ocupado, e Paulo, que era cidadão romano e apóstolo, assina com o título mais baixo que existia.
O que dá sentido ao título é o dono: ser escravo de Cristo Jesus é pertencer a quem nos comprou por preço e nunca usa a sua autoridade por interesse próprio. Os destinatários são “todos os santos”, e santo, na Bíblia, não é o cristão excepcional, mas todo aquele que creu e foi separado para Deus. Só nesta carta Paulo nomeia os líderes na saudação, e ele os nomeia junto com os santos, não acima deles. Os bispos, que o Novo Testamento também chama de presbíteros e de pastores, são os homens que supervisionam e alimentam o rebanho, e aparecem no plural numa só igreja.
Os diáconos são os que servem. O cumprimento de costume era “saudações”, e Paulo o troca por “graça” e “paz”. A graça vem primeiro, porque a paz é o resultado dela. E uma só preposição rege os dois nomes, “de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo”: para um judeu criado no monoteísmo de Israel, pôr Jesus ao lado do Pai como fonte do que só Deus dá é confessar que Jesus é Deus.
Aplicação Para Hoje
Numa cultura religiosa em que os títulos se multiplicam, este versículo devolve a medida. O que alguém é na igreja se define pelo Senhor a quem pertence, e não pelo cargo que ocupa. Quem ensina, preside ou cuida não está acima dos santos, mas é contado entre eles, e quem serve nos bastidores tem o mesmo título dos apóstolos. Em nossas igrejas a liderança segue o padrão deste versículo: vários presbíteros, reconhecidos pelos irmãos e iguais entre si, cuidam juntos do rebanho, e os diáconos os ajudam no serviço. Isso poupa a igreja do peso de depender de um homem só e poupa esse homem de si mesmo.
Quem volta a medir a aceitação de Deus pelo próprio desempenho perde a paz, embora não perca a salvação, porque a aceitação foi resolvida na cruz. A paz com Deus é posição que recebemos ao crer (Romanos 5.1), e a paz de Deus é a experiência que nasce dela. Paulo deseja essa paz aos irmãos enquanto está preso e acorrentado a um soldado, e a deseja porque a tem. Tudo isso vem daquele que, sendo Deus, tomou a forma de servo (Filipenses 2.7). O título que Paulo escolheu para si é o que o Senhor usou primeiro.
2. Paulo dá graças a Deus com alegria por todos eles (Versículos 3 a 4)
Filipenses 1:3-4
“Dou graças ao meu Deus por tudo o que lembro de vocês, fazendo sempre, com alegria, súplicas por todos vocês, em todas as minhas orações.”
Contexto Histórico e Cultural
Depois da saudação, as cartas antigas traziam um voto de saúde, às vezes com um agradecimento aos deuses pela própria sorte. Paulo ocupa esse lugar com outra coisa: dá graças a Deus por pessoas, o que as cartas daquele tempo não faziam. Ele diz “meu Deus”, como quem fala de alguém com quem anda todos os dias. E o que ele lembra de Filipos?
Lembra o rio e Lídia, mas lembra também a escrava liberta de um espírito, as varas, o cárcere e o tronco. Essas lembranças podiam trazer tristeza, e trazem alegria, porque foi por meio daquele sofrimento que o carcereiro encontrou Cristo. Paulo não ora pelas igrejas em bloco; ele lembra os santos um a um. A palavra “todos” se repete nestes versículos e em toda a abertura da carta.
Isso é de propósito, porque havia em Filipos duas irmãs em desacordo (4.2), e Paulo, antes de pedir que elas se entendam, as põe dentro da sua gratidão e da sua súplica. Por fim, a oração é feita “com alegria”, e quem escreve está preso. A alegria de que a Bíblia fala não depende das circunstâncias, porque se apoia no caráter de Deus e nas suas promessas, e por isso pode até ser ordenada, como em 4.4. Mas ela não é fria: o mesmo período que diz “com alegria” termina, no versículo 8, em saudade e profundo afeto.
Aplicação Para Hoje
Paulo tinha motivos de queixa em Filipos, a começar pelos açoites, e a igreja tinha um atrito em andamento. Mesmo assim, ele começa agradecendo, e agradece por todos. Um exercício concreto é escrever os motivos de gratidão pela própria igreja e pelos irmãos difíceis, e orar por eles pelo nome antes de qualquer pedido. Dar graças pelo irmão com quem há atrito é seguir o exemplo deste versículo, e costuma ser o começo do acerto. A alegria que acompanha essa oração não é fingimento, e ela convive com a tristeza.
O próprio Paulo diz, nesta carta, que teria tristeza sobre tristeza se Epafrodito tivesse morrido (2.27). Quem passa por depressão ou ansiedade não está em falta por procurar médico e seguir o tratamento. Ao irmão que sofre, o texto dá a companhia de um preso que ora com alegria e, na mesma frase, confessa saudade. Essa alegria tem fonte, e Paulo vai dizer qual é no versículo seguinte.
3. A parceria no evangelho desde o primeiro dia (Versículo 5)
Filipenses 1:5
“Dou graças pela maneira como vocês têm participado na proclamação do evangelho, desde o primeiro dia até agora.”
Contexto Histórico e Cultural
A palavra que a NAA traduz por “participado” é koinōnia, que costumamos traduzir por comunhão. Hoje comunhão virou sinônimo de convívio, de um café depois da reunião. No grego, a palavra fala de ter parte num mesmo trabalho. Robert Dean explica que comunhão, na Bíblia, não é nem mesmo a convivência entre crentes, mas uma parceria de pessoas que trabalham juntas por um alvo comum.
Aqui o alvo é o evangelho: no original, Paulo diz “parceria para o evangelho”, e a NAA acerta ao acrescentar a palavra proclamação. Essa parceria tinha a oferta como expressão mais visível. Mal Paulo saiu de Filipos, a igreja o sustentou mais de uma vez, ainda na Macedônia, e depois em outra província, e nenhuma outra igreja fez isso (4.15-16). Mas a parceria era mais do que dinheiro.
A carta mostra os filipenses orando por Paulo (1.19), enviando Epafrodito, que quase morreu no serviço (2.25-30), sofrendo pelo mesmo evangelho (1.29-30) e lutando juntos pela fé na própria cidade (1.27). O “primeiro dia” é o dia em que tudo começou: Lídia creu e, no mesmo dia, abriu a casa para os missionários. Em Filipos, crer e tomar parte na obra começaram juntos, e Paulo agradece porque isso continua “até agora”, quando a oferta trazida por Epafrodito acaba de chegar.
Aplicação Para Hoje
Andy Woods tira deste versículo, lido com o versículo 7, uma lição sobre o que acontece quando ofertamos. Os filipenses não estavam em Roma, mas Paulo diz que eles estavam com ele na prisão e na defesa do evangelho. Como? Pelo que enviaram.
Ele conclui que eles não estavam dando para Paulo; estavam dando por meio de Paulo, e por isso se tornaram parceiros de tudo o que ele fazia. Isso dá o nome certo ao sustento dos obreiros: não é caridade com quem saiu para servir, mas sociedade com ele na obra. Em nossas igrejas, os obreiros e missionários são recomendados pelas igrejas locais e sustentados por ofertas voluntárias, sem salário fixo e sem apelo por dinheiro. A oferta é graça, é voluntária e não vem com promessa de retorno material, porque ninguém dá para ganhar.
E a mesma lição tem o lado inverso: quem dá sem discernimento se torna parceiro do que o outro ensina, mesmo do que é falso (2 João 10-11). Conhecer a doutrina de quem se sustenta faz parte da oferta. O que Paulo diz a seguir é que essa parceria não foi ideia de homem.
4. Deus completará a boa obra que começou até o Dia de Cristo (Versículo 6)
Filipenses 1:6
“Estou certo de que aquele que começou boa obra em vocês há de completá-la até o Dia de Cristo Jesus.”
Contexto Histórico e Cultural
Este versículo é muito citado sozinho, mas ele não abre uma frase nova. No grego, os versículos 3 a 8 formam um só período, e o versículo 6 fica entre a parceria do versículo 5 e os “participantes da graça comigo” do versículo 7. É nesse lugar que ele se entende. A “boa obra” vem no singular e sem artigo: Paulo fala de uma obra determinada, e o contexto diz qual é.
É a parceria dos filipenses no evangelho, que teve um primeiro dia visível na casa de Lídia, mas que Deus começou no meio deles, e que Deus mesmo vai levar a termo. A abertura da carta se espelha no agradecimento do fim: à boa obra de 1.6 responde o “vocês fizeram bem” de 4.14. Muitos comentaristas leem aqui a obra da salvação, que Deus leva até a glorificação, e essa verdade é bíblica; só não é o assunto deste versículo. O prazo confirma a leitura.
Se Paulo falasse do crescimento de cada filipense, o prazo seria a morte de cada um. Ele diz “até o Dia de Cristo Jesus”, que é a vinda do Senhor para buscar a sua Igreja, seguida do tribunal de Cristo, onde o serviço de cada crente é avaliado para recompensa. O fruto do que aquela igreja fez continuou depois dela: sustentado em parte por Filipos, Paulo evangelizou outras cidades, e todo leitor das suas cartas entra nesse fruto, creditado na conta dos filipenses (4.17).
Aplicação Para Hoje
Ler o versículo assim não tira nada da segurança do cristão; apenas tira este versículo da lista dos textos que a provam. A segurança está onde sempre esteve: na palavra do Senhor sobre as suas ovelhas, que jamais perecerão e que ninguém arrebatará da sua mão (João 10.28-29), na cadeia de Romanos 8.29-30 e no selo do Espírito (Efésios 1.13-14). Ela não depende do desempenho de ninguém, e o versículo 6 também não promete que todo cristão perseverará em boas obras até o fim; ele exprime a confiança de Paulo no que Deus faz com o serviço de uma igreja. O que o versículo entrega é grande. Igrejas pequenas, obreiros que voltam do campo sem números para mostrar, mães que ensinam a Bíblia a filhos que ainda não creram: Deus trata o que começa no meio do seu povo como obra sua, e o prazo dele vai além da vida de quem começou.
Isso livra de duas tentações, a de medir o serviço pelo resultado visível e a de abandoná-lo por cansaço, porque no Senhor o trabalho não é vão (1 Coríntios 15.58). A igreja tem um lugar fixo onde esse prazo é lembrado: na ceia, anunciamos a morte do Senhor até que ele venha (1 Coríntios 11.26). A mesa olha para a cruz e para o Dia em que o Senhor virá, e entre uma coisa e outra está a semana em que a parceria acontece. E essa parceria, Paulo vai dizer, passa pelo coração.
5. Os filipenses no coração de Paulo, no afeto de Cristo (Versículos 7 a 8)
Filipenses 1:7-8
“Aliás, é justo que eu assim pense de todos vocês, porque os trago no coração, seja nas minhas algemas, seja na defesa e confirmação do evangelho, pois todos vocês são participantes da graça comigo. Pois Deus é testemunha da saudade que tenho de todos vocês, no profundo afeto de Cristo Jesus.”
Contexto Histórico e Cultural
Paulo diz que é justo pensar assim dos filipenses, e dá a razão: ele os traz no coração, e eles são participantes da graça com ele. O verbo traduzido por “pensar” abrange o juízo, o afeto e a disposição da pessoa inteira. As “algemas” eram reais. Em Roma, Paulo morava numa casa alugada, por conta própria, mas com um soldado de guarda e preso por uma corrente (Atos 28.16, 20, 30), e dependia dos irmãos até para o sustento. “Defesa” e “confirmação” são palavras de tribunal, e Paulo as usa em dois sentidos ao mesmo tempo: ele terá de se defender diante de César, e em cada ocasião defende e confirma o evangelho.
A “graça” de que os filipenses participam não é a graça que salva, recebida pela fé, mas o favor de servir e de sofrer pelo evangelho, dado por Deus a Paulo, no qual eles entraram pela oferta, pela oração e pelo mesmo combate. No versículo 8 Paulo chama Deus por testemunha, o que ele faz raramente e só quando afirma o que ninguém pode conferir: o que vai no coração. E “profundo afeto” traduz a palavra das entranhas, o lugar onde os antigos sentiam a emoção. Mas o afeto é “de Cristo Jesus”. Warren Wiersbe resume em uma linha: não era o amor de Paulo passando por Cristo; era o amor de Cristo passando por Paulo.
Aplicação Para Hoje
A doutrina sadia não esfria o afeto; dá a ele o tamanho do afeto de Cristo. O mesmo homem que usa um verbo de pensar no versículo 7 fala das entranhas no versículo 8 e, no versículo 9, pede um amor que cresça em conhecimento. Na igreja local, isso tem forma concreta. Os presbíteros conhecem o rebanho a ponto de sentir falta dele: sabem quem faltou no domingo e vão atrás, oram pelos irmãos um a um e ensinam a doutrina sem esconder que gostam das pessoas.
Ninguém pastoreia bem gente que não conhece. E a mesa do Senhor é o lugar em que esse afeto tem endereço. A cada domingo a igreja parte um só pão, e Paulo chama isso de comunhão do corpo de Cristo (1 Coríntios 10.16-17), a mesma palavra do versículo 5. Por isso é também a hora de lembrar os ausentes: o irmão doente, o obreiro que serve longe, o preso por causa do evangelho.
Os filipenses não podiam sentar-se com Paulo, mas ele os trazia no coração, e eles o sustentavam. Cristo ressuscitou, e por isso o versículo 8 pode falar do afeto dele no presente: a saudade de um preso era o amor de Cristo alcançando uma igreja distante. Desse afeto nasce a oração que vem a seguir.
6. Uma oração por um amor que sabe escolher o melhor (Versículos 9 a 11)
Filipenses 1:9-11
“E também faço esta oração: que o amor de vocês aumente mais e mais em conhecimento e toda a percepção, para que vocês aprovem as coisas excelentes e sejam sinceros e inculpáveis para o Dia de Cristo, cheios do fruto de justiça que vem por meio de Jesus Cristo, para glória e louvor de Deus.”
Contexto Histórico e Cultural
Paulo passa do que agradece ao que pede, e a oração é uma só frase em três degraus. O primeiro é que o amor deles, que já existia, pois a oferta o provava, cresça em conhecimento e percepção. Conhecimento, na Bíblia, é intimidade: conhecer a Deus e a sua Palavra de perto. Percepção é o entendimento prático, que sabe o que fazer em cada situação.
O amor é como um rio, e conhecimento e percepção são as margens; sem elas o rio não fica maior, vira alagado. O segundo degrau é o propósito: “para que vocês aprovem as coisas excelentes”. O verbo dokimazō era o do banco de ensaio, que provava metais e moedas para aprovar os verdadeiros, e o objeto não é distinguir o bem do mal, mas escolher o melhor entre coisas boas. O recém-convertido escolhe entre o bem e o mal; quem cresce passa a escolher entre o bom e o excelente, e o critério é o avanço do evangelho (1.12) e o Dia de Cristo, pelo qual tudo será avaliado.
O terceiro degrau é o alvo: sinceros, isto é, sem mistura; inculpáveis, sem tropeço diante de Deus e sem fazer tropeçar os outros; “para o Dia de Cristo”, que aqui é meta, e não prazo; e cheios do fruto de justiça, que é a conduta justa, a qual, como diz Paulo, “vem por meio de Jesus Cristo”. O crente não produz esse fruto; recebe-o da videira (João 15.5). E o último degrau não é o crente aprovado, mas Deus louvado.
Aplicação Para Hoje
A oração de Paulo não pede mais emoção nem mais informação. Há um amor que aceita tudo e por isso não ajuda ninguém, e há um conhecimento que acerta tudo e não ama ninguém; o texto recusa os dois. O campo de prova é o dia comum: o que ler e ouvir, a quem dar crédito, em que gastar o tempo livre e o dinheiro, que convite aceitar. Dwight Pentecost lembra que Deus dá a todos o mesmo dia de vinte e quatro horas e que quem reconhece não ter tempo para o bom e para o melhor aprova o que é superior. A pergunta não é só se é permitido, mas se é o melhor para o evangelho e para o bem do outro.
Convém dizer com clareza que “inculpáveis” não é condição para ser salvo nem para continuar salvo. Quem crê já está diante de Deus na justiça de Cristo, e mesmo aquele cuja obra se queimar no tribunal de Cristo será salvo (1 Coríntios 3.15). O que está em jogo ali é a recompensa, e por isso Paulo ora para que os filipenses cheguem àquele Dia sendo, na prática, o que já são em Cristo. O primeiro passo é pedir isso uns pelos outros, e dizê-lo aos irmãos, como Paulo fez. Deus começou essa obra entre nós, e é ele quem a completará até o Dia em que o Senhor vier.
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Referências Bibliográficas
• DEAN, Robert, Jr. Philippians (2022). West Houston Bible Church; Dean Bible Ministries.
• DEAN, Robert, Jr. Ephesians (2018–), aula 294, sobre Efésios 6.20: citada a partir do estudo anterior desta coleção.
• WOODS, Andy. Philippians (2020), sessões 1 e 2 (29/03 e 05/04/2020). Sugar Land Bible Church.
• WOODS, Andy. Ecclesiology, aula 040; Soteriology, aula 22; Revelation, aulas 011 e 013. Sugar Land Bible Church.
• BING, Charles C. “Does Philippians 1:6 Teach Perseverance?”, GraceLife Articles n. 3 (1991); GraceNotes 20, 97 e 105. GraceLife Ministries. Usado em 1.6, na oferta sob a graça, no tribunal de Cristo e na questão do vencedor.
• CHAFER, Lewis Sperry. Grace (1922; páginas da 7ª edição, 1945); He That Is Spiritual (1918).
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• LeBOUTILLIER, Paul. Philippians 1, partes 1 e 2. Through the Bible with Pastor Paul (Calvary Chapel Ontario; Life Bible Ministry).
• McGEE, J. Vernon. Thru the Bible: Notes & Outlines, Philippians.
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• RYRIE, Charles C. The Ryrie Study Bible, nota a Filipenses 1.6. Só pelo que Woods lê na sessão 2.
• SWINDOLL, Charles R. Insights on Philippians, Colossians, Philemon. Swindoll’s Living Insights New Testament Commentary, vol. 9. Carol Stream: Tyndale House, 2017. Introdução e comentário a 1.1-11.
• VINE, W. E. An Expository Dictionary of New Testament Words (1940).
• WALVOORD, John F. To Live Is Christ: An Exposition of Paul’s Epistle to the Philippians; The Revelation of Jesus Christ, capítulo 2; “The Church in Heaven”; “Posttribulationism Today”, parte IX.
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• HELLERMAN, Joseph H. Philippians. Exegetical Guide to the Greek New Testament. Nashville: B&H Academic, 2015. Sintaxe, pano de fundo romano e sugestões homiléticas de 1.1-11.
• WUEST, Kenneth S. Philippians in the Greek New Testament for the English Reader. Grand Rapids: Wm. B. Eerdmans, 1942 (impressão de 1956). Estudo de palavras. Exemplar digitalizado.
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• DALTON, W. J. “The Integrity of Philippians”. Biblica 60 (1979), pp. 97-102; SWIFT, R. C. “The Theme and Structure of Philippians”. Bibliotheca Sacra 141 (1984), pp. 234-254. Apenas pelo que o Dr. Dean lê em aula e pelo que O’Brien cita.
• Outros aparecem do mesmo modo: Zahn, Harnack, Plummer, Robertson e Silva (Fee); Sass, Seesemann, Metzger, Levick, T. W. Manson, J. A. Robinson, Bultmann, Gnilka, Dibelius e Garland (O’Brien); Michael (Hawthorne); Holloway (edição revista de Hawthorne); Beyer (O’Brien; Hellerman). Dos Pais da Igreja: Crisóstomo (O’Brien, Hawthorne e Hellerman), Policarpo (Swindoll; Hawthorne e Martin), Inácio de Antioquia (Hawthorne) e Ireneu, Clemente de Alexandria e Tertuliano (Hawthorne e Martin; O’Brien).
Resumo Visual
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