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O capítulo 2 terminou com uma constatação dura: regras, jejuns e rigores com o corpo têm aparência de sabedoria, mas não alcançam a carne. Se os regulamentos não servem, como é que se vive de verdade? O capítulo 3 é a resposta, e a nossa perícope é a abertura dela. Paulo escreve da prisão, para uma igreja que nunca visitou, e a carta que leva estas palavras viaja nas mãos de Onésimo, um escravo fugido que volta para encarar o seu dono. Quando o versículo 11 disser que em Cristo não há mais escravo nem livre, o portador da carta sabe exatamente o que isso custa.
A ordem do trecho é a lição mais importante dele. São quatro versículos dizendo o que Deus já fez antes de um único versículo dizendo o que nós temos de fazer. Morremos com Cristo, fomos ressuscitados com ele, a nossa vida está escondida com ele em Deus, e um dia será manifestada com ele em glória. Só então vêm as ordens: façam morrer, abandonem, não mintam.
Quem começa a ler pelo versículo 5 está fazendo, sem perceber, o que os falsos mestres de Colossos faziam. É esse o fio que vamos seguir: a vida cristã não começa com esforço, começa com um fato. E o fato é Cristo, que é a nossa vida.
1. Olhem para onde Cristo está (Versículos 1 a 2)
Colossenses 3:1-2
“Portanto, se vocês foram ressuscitados juntamente com Cristo, busquem as coisas lá do alto, onde Cristo vive, assentado à direita de Deus. Pensem nas coisas lá do alto, e não nas que são aqui da terra.”
Contexto Histórico e Cultural
O “se” não é dúvida; é o “se” da lógica, que assume o fato: visto que vocês foram ressuscitados com Cristo. E o verbo diz que isso foi feito a nós, não por nós: Deus nos ressuscitou com ele no momento em que cremos. Esse versículo fecha o par que começou em 2.20, “se vocês morreram com Cristo”. Morrer e ressuscitar com ele não são duas fases da vida cristã; são as duas faces de um único ato de Deus. Sobre esse fato vêm duas ordens, e elas não são a mesma dita duas vezes.
“Busquem” é o esforço prático, o que a pessoa persegue no dia a dia. “Pensem” é mais largo: é a inclinação inteira da vida, para onde a pessoa olha na hora de decidir. Nenhuma das duas é sentimento; são orientações de vontade. E “as coisas lá do alto” não são abstração.
O alto é onde Cristo está, “assentado à direita de Deus”, a frase do Salmo 110 que os apóstolos mais repetiram, porque diz que ele reina agora. Os falsos mestres de Colossos viviam obcecados com o alto, com visões e anjos. Paulo não nega o interesse; redireciona. Não há como ir mais alto do que aquele que está à direita de Deus, e as coisas do alto são, na prática, o caráter dele: o amor que se dá, a paciência, a bondade que a carta vai listar logo adiante.
Aplicação Para Hoje
Pés na terra, mente no céu. Isso não significa ignorar as responsabilidades daqui; significa que as decisões de cada dia recebem direção de onde Cristo está. A pergunta prática é simples: na hora de decidir sobre dinheiro, sobre uma resposta dura, sobre o que fazer com o tempo livre, para onde eu olho primeiro? Como se anda depende de onde se está sentado, e nós estamos sentados com Cristo.
Quando Israel vagou quarenta anos no deserto, Josué e Calebe atravessaram aqueles anos com o coração na terra prometida; sabiam que tinham uma herança e viveram à luz dela. É assim que se buscam as coisas do alto: pela Palavra, pela oração, pela adoração, mantendo o olhar fixo num Cristo que já venceu e já reina. O que vem a seguir no capítulo, as ordens duras sobre pecado, só faz sentido para quem olhou primeiro para cima.
2. Uma vida escondida, com data marcada para aparecer (Versículos 3 a 4)
Colossenses 3:3-4
“Porque vocês morreram, e a vida de vocês está oculta juntamente com Cristo, em Deus. Quando Cristo, que é a vida de vocês, se manifestar, então vocês também serão manifestados com ele, em glória.”
Contexto Histórico e Cultural
Dois verbos, dois tempos. “Morreram” aconteceu num momento determinado. “Está oculta” foi escondida e permanece escondida, e é a afirmação mais forte da frase. Escondida carrega duas ideias. A primeira é segurança: com Cristo, em Deus, é uma muralha dupla, e toda ela divina.
Nem o mundo nem o inimigo alcançam o que está guardado ali. A segunda é invisibilidade: o mundo não consegue ver a vida real dos cristãos, assim como não consegue ver o Cristo exaltado. Estamos escondidos com alguém que também está, por ora, escondido em Deus. Daí o versículo 4, que é o polo mais claro do futuro em toda a carta. Cristo “se manifestar” é a palavra oposta a “oculta”: um dia o que está escondido aparece.
E repare no que Paulo diz de Cristo: não que ele dá vida, mas que ele “é a vida de vocês”. Vida eterna não é uma substância que Deus distribui; é o próprio Jesus Cristo. Quando ele aparecer, apareceremos com ele, em glória. Paulo, o prisioneiro, tido pelos romanos como um judeu excêntrico e pelos judeus como traidor, será visto como servo do Rei. E os colossenses, gente comum de uma cidadezinha em declínio, serão vistos numa glória que hoje ninguém imagina.
Aplicação Para Hoje
Muitos de nós olhamos para a própria vida e não vemos nela o que a Bíblia diz que está lá. Onde está a nova criatura, se eu ainda perco a paciência, ainda duvido, ainda caio? O versículo 3 responde: está lá, escondida, e a data da revelação já foi marcada. O mundo não conhece nem a Cristo nem aos cristãos, e os cristãos nem a si mesmos conhecem por inteiro.
Isso é consolo, não desculpa. A vida que Deus nos deu não depende de ser vista para ser real. Duas irmãs recém-convertidas responderam a um convite de festa com um bilhete que dizia: “lamentamos não poder comparecer, porque recentemente morremos”. Elas entenderam o versículo 3.
E quem entende o versículo 4 vive de outro jeito: a glória que virá não é prêmio pelo nosso desempenho, é a manifestação de quem já somos nele. Costumamos dizer de alguém que a música é a vida dele, ou que o trabalho é a vida dele. Do cristão deveria ser possível dizer: Cristo é a vida dele.
3. Façam morrer o que é da terra (Versículo 5)
Colossenses 3:5
“Portanto, façam morrer tudo o que pertence à natureza terrena: imoralidade sexual, impureza, paixões, maus desejos e a avareza, que é idolatria;”
Contexto Histórico e Cultural
Agora vem a primeira ordem, e ela sai de um “portanto”: porque vocês morreram e a vida de vocês está em Cristo, façam morrer. O verbo, nekroō, era usado na medicina antiga para carne ou membros que já não funcionavam; a nossa palavra “necrose” vem daí. Paulo pede um ato decisivo que instaura uma atitude permanente: tratar como morto aquilo que pertence à vida antiga. E o que pertence a ela? A lista começa nos atos e termina no coração, exatamente como Jesus fez no Sermão do Monte, rastreando o homicídio até a ira e o adultério até o olhar.
Imoralidade sexual, que o mundo greco-romano nem considerava repreensível; impureza, mais ampla; paixões sem freio; maus desejos, porque desejo em si é neutro, e Paulo usa a mesma palavra para o seu anseio de estar com Cristo. E então a última, destacada das outras: “a avareza, que é idolatria”. Avareza aqui não é só dinheiro; é qualquer desejo insaciável, a ambição que consome, o pôr alguma coisa à frente de Deus como fonte de sentido para a vida. Por isso é idolatria, e não apenas grave como idolatria: quem busca no que possui o que só Deus pode dar está adorando outra coisa.
Aplicação Para Hoje
Ninguém trata uma apendicite com palestras sobre saúde; em algum momento é preciso cortar. O versículo 5 é o corte. Mas note o método. Para matar alguma coisa, é preciso cortar as linhas de suprimento dela. Como escreveu N.
T. Wright, é inútil lamentar a incapacidade de resistir ao último estágio de uma tentação quando os estágios anteriores passaram despercebidos ou foram recebidos com entusiasmo. Cada um de nós sabe quais são as linhas que alimentam os pecados que o derrotam: o que assiste, com quem conversa, onde deixa a mente vagar. Cortá-las não é legalismo; é obediência ao versículo 5.
E a avareza merece atenção especial, porque é a mais respeitável da lista. Como disse F. F. Bruce, a avareza é mais perigosa porque pode assumir tantas formas respeitáveis.
O teste é uma pergunta: existe alguma coisa que estou perseguindo com ardor porque acho que vou encontrar ali a felicidade? Aquilo está ocupando o lugar de Deus. Fazer morrer isso não é perda. É devolver a Cristo o lugar que ele já ocupa por direito.
4. A ira de Deus e o passado que ficou para trás (Versículos 6 a 7)
Colossenses 3:6-7
“por causa destas coisas é que vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência. Vocês também andaram nessas mesmas coisas, no passado, quando viviam nelas.”
Contexto Histórico e Cultural
A lista de pecados não é neutra, e Paulo fecha com a nota do juízo, como o Novo Testamento costuma fazer. “Vem a ira de Deus” está no presente, e o presente aqui carrega dois sentidos ao mesmo tempo. A ira já está em ação: Romanos 1 descreve um Deus que entrega à própria escolha quem o rejeita, e as consequências aparecem nesta vida. E a ira ainda vem: haverá um dia de juízo.
Num tempo em que falar da ira de Deus virou constrangimento, vale dizer o que o texto diz. Como Deus de amor, ele enviou o seu Filho para morrer pelos nossos pecados; como Deus justo, ele destrói o mal, que é o oposto absoluto do seu caráter. “Filhos da desobediência” é um jeito hebraico de dizer “pessoas desobedientes”, os que recusam o evangelho. E o versículo 7 lembra aos colossenses de onde vieram: vocês também andaram nessas coisas, no passado, quando viviam nelas.
Repare no “quando viviam nelas”: era a atmosfera deles, o ar que respiravam. Os críticos de Paulo o achavam irresponsável por pregar liberdade a gente recém-saída do paganismo; queriam um período de provação. A política de Paulo era outra. Eles já tinham natureza nova, e é a nova situação que produz o novo comportamento.
Aplicação Para Hoje
Há duas maneiras erradas de ler o versículo 6 e uma certa. A errada é achar que a ira não existe mais, que Deus só ama e nunca julga; a outra errada é viver com medo dela como se ainda fôssemos filhos da desobediência. A certa é lembrar que Cristo já enfrentou a ira por nós na cruz, e por isso podemos olhar para o pecado com a seriedade com que Deus o olha, sem pavor. O versículo 7 nos dá uma memória útil.
Vale lembrar de onde viemos, não para nos envergonhar, mas para não voltar. O que era o ar que você respirava antes de conhecer Cristo? Aquilo era “no passado”, e Paulo insiste no passado. Não viva como se ainda fosse um filho da desobediência.
Deus não nos deu um período de provação; deu-nos uma natureza nova. E uma natureza nova não precisa de alguém vigiando por fora, porque tem vida por dentro. É por isso que a próxima ordem não é “esforcem-se mais”, e sim “abandonem”, como quem tira uma roupa que já não serve.
5. Os pecados bem vistos (Versículo 8)
Colossenses 3:8
“Agora, porém, abandonem igualmente todas estas coisas: ira, indignação, maldade, blasfêmia, linguagem obscena no falar.”
Contexto Histórico e Cultural
“Abandonem” é o verbo de tirar uma roupa e pô-la de lado; é a palavra usada quando as testemunhas contra Estêvão depuseram as vestes aos pés de Saulo. A primeira lista era de pecados sexuais; esta é de temperamento e de boca. Três atitudes e duas formas de fala. “Ira” é a hostilidade assentada, o ressentimento que se cultiva.
“Indignação” é a explosão, o fogo que sai sem controle. “Maldade” é a intenção de ferir. E as duas saem pela boca: “blasfêmia”, que aqui é difamar pessoas, arranhar a reputação de alguém feito à imagem de Deus; e “linguagem obscena”, a fala suja ou ultrajante. Aos olhos de uma comunidade cristã, estes são os pecados bem vistos.
Ficaríamos chocados se um membro da igreja caísse num pecado sensual, mas assistimos ao mesmo membro perder a cabeça numa reunião e chamamos isso de indignação justa. Paulo põe as duas listas lado a lado de propósito. A moralidade sexual e a convivência entre irmãos têm o mesmo peso diante de Deus, e é fácil para uma igreja sacrificar uma em nome da outra.
Aplicação Para Hoje
Conhecemos comunidades que ficariam horrorizadas com a menor irregularidade sexual, mas que são ninhos de intriga, maledicência, fofoca e mau humor. E conhecemos outras tão preocupadas em viver em harmonia que toleram imoralidade flagrante. O evangelho não deixa espaço para nenhum dos dois. Vale fazer o exame com a segunda lista, que costuma passar. A fofoca disfarçada de pedido de oração: “eu nunca contaria o que sei sobre ela, mas você vai querer orar por isso”.
O comentário ácido no grupo da família. O humor de baixo nível que achamos moderno. A raiva guardada que chamamos de mágoa legítima. Tudo isso é roupa velha, e o texto manda tirar.
Não porque Deus exija perfeição para nos aceitar; ele já nos aceitou em Cristo. Mas porque roupa suja não combina com quem foi ressuscitado com ele. Cristo, na cruz, foi difamado e ultrajado, e respondeu com perdão. É desse Cristo que somos, e é a vida dele que se quer ver em nós.
6. Roupa velha, roupa nova (Versículos 9 a 10)
Colossenses 3:9-10
“Não mintam uns aos outros, uma vez que vocês se despiram da velha natureza com as suas práticas e se revestiram da nova natureza que se renova para o pleno conhecimento, segundo a imagem daquele que a criou.”
Contexto Histórico e Cultural
“Não mintam uns aos outros” é a última ordem da série, e não é a menor: uma comunidade em que as promessas não valem se desfaz. Mas o que vem depois é a chave de toda a perícope. A tradução da nossa Bíblia acerta: “uma vez que” vocês se despiram do velho homem e se revestiram do novo. Não é “despam-se”, como ordem; é “porque já se despiram”, como fato.
A vida cristã não começa com o esforço de tirar a roupa velha; começa com um fato consumado que torna o esforço possível. O velho homem é a pessoa inteira governada pelo pecado, o que éramos em Adão. O novo homem é o que somos em Cristo, e a fonte dele é Cristo, o último Adão. E aqui está um detalhe precioso: o verbo “despir” é o mesmo que a carta usou quando Cristo despojou os poderes na cruz.
Despir o velho homem é um eco direto da vitória de Cristo. Só que o versículo 10 acrescenta um tempo diferente: a nova natureza “se renova”, no presente, em processo, “para o pleno conhecimento, segundo a imagem daquele que a criou”. A alusão é à criação: fomos feitos à imagem de Deus, e essa imagem é Cristo, que a carta chamou de imagem do Deus invisível. Deus é quem cria; Cristo é o molde.
Aplicação Para Hoje
Como escreveu Warren Wiersbe, fomos formados à imagem de Deus, deformados dela pelo pecado, e por Jesus Cristo podemos ser transformados nela outra vez. Esse é o programa da vida cristã, e ele tem uma ordem: a roupa nova já foi vestida de uma vez, na conversão; a renovação acontece todo dia, e se dá “para o pleno conhecimento”. Em Colossenses, conhecimento é a Palavra de Cristo habitando ricamente em nós, como o capítulo vai dizer adiante. Sem exposição contínua à Palavra, a renovação é pequena, se é que acontece. Isso corrige dois erros.
O primeiro é do irmão que vive tentando se despir do velho homem pela força, como se a conversão não tivesse acontecido: a roupa velha já foi tirada, e ele pode viver de acordo com isso. O segundo é do irmão que acha que, como já se revestiu, não precisa crescer: a renovação está no presente, e a meta não é uma vida sem pecado, é pecar cada vez menos, enquanto Cristo se forma em nós. E quem faz a renovação é Deus, segundo o molde de Cristo. Nós nos expomos à Palavra; ele faz o resto.
7. Cristo é tudo e está em todos (Versículo 11)
Colossenses 3:11
“Aqui não pode haver mais grego e judeu, circuncisão e incircuncisão, bárbaro, cita, escravo, livre, mas Cristo é tudo e está em todos.”
Contexto Histórico e Cultural
O novo homem não é só individual; é uma nova humanidade, e o versículo 11 mostra o que isso significa. Quatro pares de barreiras do mundo antigo, e cada uma real. Grego e judeu, a barreira de cultura e religião; circuncisão e incircuncisão, a de pertença ao povo da aliança; bárbaro e cita, a de civilização, sendo o cita o bárbaro extremo, tido pelos gregos como pouco mais que fera; escravo e livre, a barreira social, a que Onésimo, portador desta carta, conhecia por dentro. A forma do verbo é enfática: não é apenas que essas distinções não existem no novo homem; é que não podem existir. Isso não apaga as pessoas.
Paulo continuou judeu depois de crer, Onésimo continuou escravo por um tempo, homens continuaram homens e mulheres, mulheres. O que cessou foram as distinções de acesso a Deus que a lei impunha: sob a lei, quem não era judeu não entrava no templo. Em Cristo, todos têm o mesmo acesso, porque a frase termina com a palavra que fecha a carta inteira. “Cristo é tudo e está em todos.” Ele é absolutamente tudo o que importa, e ele habita em cada membro do novo homem, sem distinção de raça, classe ou origem.
Aplicação Para Hoje
É fácil ler “não há mais grego e judeu” como um slogan bonito. O versículo precisa custar alguma coisa. No século II, uma escrava chamada Blandina foi martirizada junto com a sua senhora, e foi a escrava a heroína daquele dia. No começo do século III, Perpétua, uma matrona romana, entrou na arena de mãos dadas com a sua escrava Felicidade, as duas diante da mesma morte por uma mesma fé. Quando as barreiras caem de fato numa igreja, o mundo dividido vê um testemunho mais eloquente do que toda a nossa pregação.
A pergunta é: quais são os pares da nossa cidade e da nossa igreja? Rico e pobre, formado e sem estudo, o bairro nobre e a periferia, o de família tradicional e o recém-convertido de vida difícil. Diante de Cristo, essas listas caíram. E aqui termina o trecho, no lugar para onde tudo apontava.
Começamos com uma vida escondida com Cristo e terminamos com Cristo que é tudo e está em todos. Se ele é tudo, não sobra espaço para acrescentar nada, e a carta inteira combatia o acréscimo. Se ele está em todos, não sobra motivo para nenhuma barreira entre os que são dele. Olhar para cima, fazer morrer o que é da terra, tirar a roupa velha: tudo isso é apenas viver de acordo com quem já somos nele.
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Referências Bibliográficas
• Robert Dean Jr.
• Andy Woods.
• David Guzik — Enduring Word Bible Commentary, Colossenses 3.
• Charlie Bing — GraceNotes nº 109, “The Disciple and the Spiritual Christian” (setembro de 2025), GraceLife Ministries.
• F. F. Bruce, The Epistles to the Colossians, to Philemon, and to the Ephesians (NICNT) — corpo e notas de fim do capítulo 3.
• Peter T. O’Brien, Colossians, Philemon (Word Biblical Commentary) — blocos 3.1-4 e 3.5-11 completos, com Form/Structure/Setting, Comment e Explanation.
• N. T. Wright, Colossians and Philemon (Tyndale NT Commentaries).
• Constantine R. Campbell, Colossians and Philemon (Baylor Handbook on the Greek New Testament).
• Thomas L. Constable, Expository Notes, Colossenses.
• Warren W. Wiersbe, Be Complete — capítulo 8, “Heaven on Earth”, sobre a perícope exata.
• Grant R. Osborne, Colossians and Philemon (Verse by Verse).
• Charles H. Talbert, Ephesians and Colossians (Paideia).
• Holly Beers, Colossians and Philemon (volume editado por Craig Keener).
• Max Lucado, Life Lessons — Lição Sete.
• The Navigators, LifeChange: Colossians and Philemon — Lição Seis, Cl 3.1-11 exata.
• Peter S. Ruckman, The Bible Believer’s Commentary.
Nova Almeida Atualizada (NAA), Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.
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