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Até aqui, Paulo quase não deu ordens aos colossenses. Ele apresentou Cristo como criador e reconciliador de todas as coisas, explicou o próprio ministério e elogiou a firmeza da igreja. Agora vem o primeiro mandamento do corpo da carta, e ele é curto: continuem a viver nele. Tudo o que se segue, até o fim do capítulo, existe para sustentar essa ordem. Os versículos 9 a 15 não são um tratado de teologia solto no meio da carta; são a razão pela qual andar em Cristo basta.
E era preciso dizer isso, porque em Colossos circulava um ensino que não pedia a ninguém que abandonasse Cristo. Pedia que acrescentassem algo a ele: um pouco de filosofia, um pouco de calendário judaico, um pouco de rigor com o corpo, um pouco de reverência aos poderes que, na crença da época, governavam os astros e o destino das pessoas. Cristo, e mais alguma coisa.
A resposta de Paulo é o fio que vamos seguir: em Cristo habita toda a plenitude, e nele nós já a recebemos. Fomos circuncidados, sepultados e ressuscitados com ele; a nossa dívida foi cravada na cruz; os poderes que nos assustavam perderam o direito sobre nós. A quem já tem tudo, não há nada a acrescentar.
1. Andar do jeito que entrou (Versículo 6)
Colossenses 2:6
“Portanto, assim como vocês receberam Cristo Jesus, o Senhor, continuem a viver nele,”
Contexto Histórico e Cultural
O “portanto” recolhe tudo o que Paulo disse antes e o despeja numa ordem única, e a ordem tem a forma de uma comparação: assim como vocês receberam, assim continuem. A palavra “receberam”, paralambanō, ilumina o versículo inteiro. Não é a de abrir a porta do coração; é a palavra que os judeus usavam para receber uma tradição transmitida de mestre a discípulo, a mesma que Paulo usa quando diz “o que também recebi” ao falar do evangelho. Os colossenses receberam uma tradição, e a tradição deles não era um conjunto de regras: era uma pessoa, “Cristo Jesus, o Senhor”. Esse é o nome completo da confissão que se fazia no batismo, e cada parte pesa: o Messias prometido, o homem de Nazaré crucificado e ressuscitado, o Senhor a quem se obedece.
Quem recebeu isso como tradição já tem a melhor proteção contra a “tradição dos homens” de que Paulo vai falar dois versículos adiante. E o modo de continuar é o modo de começar. “Viver nele” é, literalmente, andar nele, o verbo que os judeus usavam para a conduta de cada dia. Entramos pela fé, sem acrescentar nada. Andamos pela fé, sem acrescentar nada.
Aplicação Para Hoje
Esta é a aplicação mais simples do trecho e a mais esquecida. Ninguém foi recebido por Deus por mérito, e ninguém progride por mérito. Quando alguém nos diz que, para crescer, precisamos de uma experiência a mais, de uma técnica, de um nível que só alguns alcançam, a pergunta a fazer é: foi assim que eu entrei? Não foi.
Entrei de mãos vazias, crendo em Cristo, e é assim que sigo. A graça que nos recebeu é a mesma que nos sustenta. Isso tira um peso enorme das costas de quem vive achando que a vida cristã é uma escada e que os outros já subiram mais degraus. Não há escada.
Há uma pessoa, e estamos nela. O que se pede é continuar: seguir andando na mesma direção, com o mesmo fundamento, dia após dia. Cristo não é o ponto de partida de um caminho que depois seguimos sozinhos. Ele é o caminho.
2. Raiz no passado, obra no presente (Versículo 7)
Colossenses 2:7
“estando enraizados e edificados nele, e confirmados na fé, como foi ensinado a vocês, crescendo em ação de graças.”
Contexto Histórico e Cultural
Paulo responde à pergunta “como se anda nele?” com quatro figuras, e o português esconde um detalhe que organiza tudo. A primeira, “enraizados”, está num tempo verbal que descreve algo feito de uma vez, com resultado permanente: a raiz foi posta e continua lá. As outras três estão no presente, o tempo do que continua acontecendo: sendo edificados, sendo confirmados, transbordando em gratidão. Numa frase só, Paulo mistura a árvore, a construção, o tribunal e o rio. A árvore foi plantada uma vez; a construção continua subindo; “confirmados” é palavra de contrato, de coisa assentada sobre base sólida; e “crescendo em ação de graças” é a imagem de um rio que transborda as margens.
Repare também no que confirma o crente: “a fé, como foi ensinado a vocês”. Aqui a fé não é o sentimento de confiar; é o conteúdo que Epafras lhes ensinou, a verdade recebida. E a gratidão que fecha o versículo não é enfeite. É o sinal de que a graça está fazendo o seu trabalho: quem sabe que recebeu tudo de graça agradece; quem acha que conquistou, cobra.
Aplicação Para Hoje
Esses dois tempos verbais curam duas doenças opostas. Há o irmão que vive refazendo a própria conversão, atormentado pela dúvida sobre se aquilo “pegou”, que se entrega de novo a cada apelo. Para ele, a raiz diz: foi plantada uma vez, e não se replanta. Uma árvore que é arrancada e replantada toda semana nunca cresce.
E há o irmão que acha que já chegou, que conhece a doutrina e não precisa de mais nada. Para ele, os três presentes dizem: a obra continua todo dia. A construção não está pronta. Entre uma doença e outra está a vida normal do cristão: seguro do fundamento e ocupado com a obra.
E há um termômetro para saber se estamos andando pela graça ou pelo esforço próprio: a gratidão. Onde ela seca, a ideia de merecimento já entrou. Quem agradece está lembrando quem fez a obra. E quem fez a obra, do começo ao fim, foi Cristo.
3. Cuidado com quem oferece um complemento (Versículo 8)
Colossenses 2:8
“Tenham cuidado para que ninguém venha a enredá-los com sua filosofia e vãs sutilezas, conforme a tradição dos homens, conforme os rudimentos do mundo e não segundo Cristo.”
Contexto Histórico e Cultural
O verbo traduzido por “enredar”, sylagōgeō, é raro e forte: significa levar alguém embora como despojo de guerra. O que está em risco não é a salvação dos colossenses; são as riquezas que receberam. O crente saqueado continua salvo, mas passa a viver como pobre. E o instrumento do saque é uma “filosofia”.
Paulo não está condenando o pensamento; no grego, “filosofia” e “vãs sutilezas” estão ligadas de tal modo que uma qualifica a outra. O alvo é a filosofia enganosa, vazia, que se apresenta como antiga e respeitável, “tradição dos homens”. No primeiro século a palavra cobria qualquer sistema que explicasse Deus, o mundo e a vida, inclusive as escolas religiosas judaicas. Os “rudimentos do mundo” são as forças que, naquela cultura, governavam o cosmos e o destino: os elementos, os astros, os espíritos por trás deles.
Gente comum vivia com medo deles e buscava proteção em ritos e reverências. Seja o que for que os mestres de Colossos ofereciam, a linha que Paulo traça é uma só e é absoluta: segundo Cristo, ou não segundo Cristo. Não existe terceira opção. O que não é segundo Cristo é criatura, e ninguém que está ligado ao Criador precisa de uma criatura para completá-lo.
Aplicação Para Hoje
O erro de Colossos não morreu com Colossos; só mudou de roupa. Hoje o complemento raramente é circuncisão. É a experiência extraordinária que separaria os cristãos de primeira classe dos demais, o método que promete o que a Escritura não prometeu, a dieta ou o calendário que viram medida de espiritualidade, a técnica motivacional apresentada como o que faltava ao evangelho, o horóscopo disfarçado de curiosidade. O teste continua o mesmo e cabe numa pergunta: onde isso põe Cristo? Se rouba dele a plenitude, se sugere que quem o tem ainda precisa de algo, é saque, por mais bonito que soe.
E o antídoto que Paulo dá não é ignorância. Não se protege da filosofia enganosa fugindo do pensamento; protege-se sendo “confirmado na fé, como foi ensinado”. O cristão que conhece a Palavra é difícil de sequestrar. Não porque debate melhor, mas porque sabe o que já tem em Cristo, e ninguém vende água a quem está sentado na beira do rio.
4. Toda a plenitude nele, e vocês nele (Versículos 9 a 10)
Colossenses 2:9-10
“Porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade. Também, nele, vocês receberam a plenitude. Ele é o cabeça de todo principado e potestade.”
Contexto Histórico e Cultural
Aqui está a razão pela qual nenhuma filosofia é “segundo Cristo”: não há nada de Deus fora dele. “Plenitude” era uma palavra dos falsos mestres; para eles, a plenitude divina se espalhava por uma cadeia de seres intermediários, e o crente devia subir por essa escada. Paulo toma a palavra e a devolve: toda a plenitude habita nele. E escolhe cada termo com cuidado.
O verbo está no presente: não é uma lembrança da encarnação, é o estado atual do Cristo ressuscitado e exaltado. A palavra para “divindade” aparece uma única vez no Novo Testamento e designa o próprio ser de Deus, não uma qualidade parecida com o divino. E “corporalmente” afirma duas coisas ao mesmo tempo: que Deus assumiu um corpo real, e que Cristo é a substância de que todas as promessas anteriores eram sombra. Então vem o versículo 10, e Paulo passa do substantivo ao verbo: a plenitude que está nele, vocês receberam.
O que está nele está em nós, porque estamos nele. Não como conquista, mas como fato: o verbo diz que fomos preenchidos por Deus e continuamos assim. E ele fecha lembrando quem são os poderes que tanto assustavam: Cristo é o cabeça sobre todos eles. Não faz parte da hierarquia; está acima dela, porque a criou.
Aplicação Para Hoje
Se toda a plenitude de Deus está em Cristo e nós estamos em Cristo, então qualquer oferta de complemento não é pouca coisa: é nada. E é pior do que nada, porque quem diz que não estamos completos nele está dizendo, sem perceber, que ele não é Deus por inteiro. A nossa completude e a divindade de Cristo andam juntas. Isso muda o modo como entendemos o crescimento.
Como escreveu Warren Wiersbe, o crescimento do crente não é por adição, mas por nutrição. Uma criança recém-nascida é completa; o que ela faz nos anos seguintes é crescer a partir do que já tem. Não lhe faltam partes, falta-lhe tempo e alimento. Assim é o cristão.
Ninguém precisa procurar fora de Cristo o que não encontrou nele, porque não há nada fora dele que não seja criatura. O que nos falta não é um acréscimo; é conhecer melhor o que já recebemos e nos alimentar disso. E quanto aos poderes que a nossa época chama por outros nomes, ele é cabeça sobre todos. Quem está nele está acima de tudo aquilo que o mundo teme.
5. Circuncidados, sepultados e ressuscitados com ele (Versículos 11 a 12)
Colossenses 2:11-12
“Nele também vocês foram circuncidados, não com uma circuncisão feita por mãos humanas, mas pela remoção do corpo da carne, que é a circuncisão de Cristo, tendo sido sepultados juntamente com ele no batismo, no qual vocês também foram ressuscitados por meio da fé no poder de Deus que o ressuscitou dentre os mortos.”
Contexto Histórico e Cultural
Por que circuncisão, de repente? Porque provavelmente era um dos acréscimos que se ofereciam em Colossos. A circuncisão era o sinal da aliança com Abraão, e Paulo diz aos gentios que eles já foram circuncidados, mas de um modo que nenhuma mão humana faz. “Feito por mãos” era a expressão que a Bíblia grega usava para os ídolos; “não feito por mãos” diz que Deus mesmo o fez.
E o Antigo Testamento já sabia disso: Moisés e Jeremias pediam a circuncisão do coração, e Deuteronômio prometia que o próprio Senhor a faria. A “circuncisão de Cristo” é a morte dele na cruz, em que não se removeu um pedaço de carne, mas o corpo inteiro. E o que aconteceu a ele aconteceu a nós: sepultados com ele, ressuscitados com ele, vivificados com ele, uma cadeia de verbos que dizem “juntamente”. O batismo é a figura disso, o sepultamento e o levantar da água.
Mas repare no que o próprio versículo diz sobre onde está o poder: “por meio da fé no poder de Deus que o ressuscitou”. Não é a água que ressuscita ninguém. É a fé no Deus que ressuscitou Jesus. O assunto do parágrafo não é o rito; é morrer e ressuscitar com Cristo.
Aplicação Para Hoje
Há um alívio grande aqui para quem depende de ritos para se sentir aceito. O batismo é precioso, e é ordem do Senhor, mas ele mostra o que Deus fez; não faz. O que nos une a Cristo é a fé, e a fé nos une a tudo o que aconteceu com ele: quando ele morreu, morremos com ele; quando foi sepultado, fomos sepultados; quando ressuscitou, ressuscitamos. Isso não é linguagem poética; é a nossa história diante de Deus. O velho homem que vivia para si mesmo foi removido, como se remove uma roupa.
Ele ainda tenta se vestir de novo, e é por isso que ainda pecamos, mas já não tem direito sobre nós. Quem entende isso para de tentar se circuncidar por conta própria, seja com rituais, seja com promessas de mudar de vida pela força. A mudança já foi feita, do lado de fora de nós, na cruz e no túmulo vazio. A nossa parte é crer nela e viver de acordo com o que já somos: gente que morreu e voltou a viver com Cristo.
6. A dívida cravada na cruz (Versículos 13 a 14)
Colossenses 2:13-14
“E quando vocês estavam mortos nos seus pecados e na incircuncisão da carne, ele lhes deu vida juntamente com Cristo, perdoando todos os nossos pecados. Cancelando o escrito de dívida que era contra nós e que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu-o inteiramente, cravando-o na cruz.”
Contexto Histórico e Cultural
Agora o ponto de vista muda: em vez de nos ver com Cristo, Paulo nos vê de onde estávamos. “Mortos nos seus pecados” é uma das descrições mais duras da Bíblia sobre a pessoa sem Cristo. Um doente precisa de médico; um morto precisa de alguém que o faça viver. E Deus fez: “deu vida juntamente com Cristo”. O perdão vem descrito com uma imagem que qualquer pessoa de Colossos reconhecia.
O “escrito de dívida”, cheirographon, era a nota de dívida escrita e assinada pelo próprio devedor; os arqueólogos encontraram dezenas delas nos papiros do Egito. Havia uma dessas contra nós, com a nossa assinatura. Para o judeu, os termos estavam na lei escrita em tábuas; para o gentio, na lei escrita na consciência. Ninguém cumpriu, e o documento continuava valendo contra todos.
Deus fez três coisas com ele: apagou, como se esfrega a tinta de um pergaminho até desaparecer; removeu do meio, e o verbo diz que a remoção é permanente; e cravou na cruz. A imagem final é a do letreiro que se pregava acima do crucificado, com o crime pelo qual morria. Acima de Jesus estava escrito “Rei dos Judeus”. Paulo olha para a cruz e vê ali, cravada, a acusação contra todos nós.
Aplicação Para Hoje
Tudo isso está no passado, e no passado terminado. Não há metáfora de progresso espiritual nesses versículos; há uma transação encerrada. É por isso que a culpa que continuamos tentando pagar, com sacrifícios, com autopunição, com um esforço religioso que nunca nos deixa descansar, é uma dívida que já não existe. O documento foi rasgado.
Como diz o Dr. Andy Woods, não cremos que Jesus comprou o almoço e que precisamos deixar a gorjeta. Cremos que ele fez tudo. E “todos os nossos pecados” é literalmente todos: os de antes da conversão e os de ontem à noite.
Isso não nos torna descuidados; nos torna gratos, e a gratidão faz o que o medo nunca fez. Há também uma consequência para o modo como perdoamos. O verbo que Paulo usa para “perdoando” é o mesmo que ele usará adiante para o perdão que devemos uns aos outros. O padrão do nosso perdão é a cruz, que perdoou quem não merecia.
Perdoar é cancelar a dívida na atitude do coração e entregar a pessoa a Deus. Não é fingir que nada aconteceu nem se expor de novo a quem feriu. Mas é soltar. Quem foi solto de uma dívida infinita pode soltar os outros das dívidas pequenas.
7. Os poderes perderam o direito (Versículo 15)
Colossenses 2:15
“E, despojando os principados e as potestades, publicamente os expôs ao desprezo, triunfando sobre eles na cruz.”
Contexto Histórico e Cultural
Para sentir o peso deste versículo é preciso saber de que o mundo antigo tinha medo. Não era medo abstrato. Livros da época ensinavam que o signo sob o qual a pessoa nascia decidia a saúde, as finanças e o destino dela, e que por trás dos astros havia poderes espirituais a quem era preciso agradar. Paulo diz o que a cruz fez com esses poderes, e a imagem é a de um tribunal, não a de um campo de batalha.
O verbo “despojando”, apekdyomai, é o mesmo que ele usará para o despir do velho homem no capítulo seguinte, e aqui descreve um funcionário de alta patente sendo despido das insígnias do cargo. Os poderes seguravam a nota de dívida contra nós; a nota foi cravada na cruz; e com ela foi-se o direito que tinham sobre nós. Eles continuam agindo, e por isso ainda há luta, mas perderam a legitimidade. Depois Deus os “expôs ao desprezo”, mostrou-os como realmente são, e os levou “triunfando”, palavra do desfile romano em que o general arrastava os cativos pelas ruas.
E aqui está a ironia mais bonita do texto: as autoridades de Roma e de Jerusalém despiram Jesus, expuseram-no nu ao desprezo e celebraram um triunfo sobre ele. Paulo diz que, naquele mesmo momento, era Deus quem os despia, os expunha e os levava no seu desfile. A árvore da vergonha virou o carro do vencedor.
Aplicação Para Hoje
O medo mudou de nome, não de natureza. Poucos hoje temem os astros, mas muitos vivem sob outros senhores impessoais: a herança genética, o diagnóstico, o mercado, o algoritmo, a origem social, o passado que parece decidir tudo. E há os que sentem, sem saber nomear, forças espirituais reais operando contra eles. A resposta do texto é a mesma para todos: esses poderes perderam o direito.
Podem assustar, podem enganar, e essas são armas de verdade, mas já não têm a nota de dívida na mão, porque ela está cravada na cruz. Por isso a postura do cristão não é ataque nem pânico; é firmeza. O Dr. Robert Dean costuma fechar este versículo com um argumento que vale para qualquer dia difícil: se a morte de Cristo bastou para resolver o problema do pecado e da rebelião do universo inteiro, o problema que enfrentamos hoje é minúsculo por comparação, e ele é suficiente para esse também.
Começamos com uma ordem, “continuem a viver nele”, e terminamos diante de um Cristo que tem toda a plenitude, que cancelou a nossa dívida e que destituiu tudo o que nos assustava. Andar nele não é andar sozinho. É andar dentro de uma vitória que já aconteceu.
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Referências Bibliográficas
• Robert Dean Jr.
• Andy Woods — Soteriology, sessão 03, Atonement (20/01/2016) e sessão 24, Eternal Security, Part 6 (17/07/2016).
• David Guzik — Enduring Word Bible Commentary, Colossenses 2.
• Charlie Bing — GraceNotes nº 104, It is Finished! — John 19:30, junho de 2024, gracelife.org.
• Nova Almeida Atualizada.
F. F. Bruce. The Epistles to the Colossians, to Philemon, and to the Ephesians (NICNT)
Peter T. O’Brien. Colossians, Philemon (Word Biblical Commentary)
Constantine R. Campbell. Colossians and Philemon: A Handbook on the Greek Text (BHGNT)
N. T. Wright. Colossians and Philemon (TNTC)
Warren W. Wiersbe. Be Complete — Colossians
Grant R. Osborne. Colossians and Philemon (Osborne New Testament Commentaries)
Holly Beers. Colossians, Philemon (Full Life Commentary)
Charles H. Talbert. Ephesians and Colossians (Paideia)
The Navigators. Colossians and Philemon (LifeChange)
Max Lucado. Colossians and Philemon (Life Lessons)
Peter S. Ruckman. The Bible Believer’s Commentary
Thomas L. Constable. Expository Notes on Colossians.
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Vídeo de Aprofundamento
Exercícios de Fixação
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