Série: Colossenses • Estudo Bíblico

Colossenses 1.24—2.5: Cristo em vocês, a esperança da glória

"Este Cristo nós anunciamos, advertindo a todos e ensinando a cada um em toda a sabedoria, a fim de que apresentemos cada pessoa perfeita em Cristo. Colossenses 1:28"

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Paulo escreve esta carta preso, provavelmente em Roma, por volta do ano 60, para uma igreja pequena, numa cidade pequena, que ele nunca visitou. Colossos ficava no vale do rio Lico, à sombra da vizinha rica, Laodiceia, e a igreja de lá tinha nascido do trabalho de Epafras, um homem da própria cidade. Paulo acabou de dizer a esses cristãos quem é Jesus: o criador de todas as coisas, aquele em quem tudo subsiste, o que reconciliou tudo pelo sangue da cruz. Agora ele precisa responder a uma pergunta que qualquer um deles faria: por que um homem acorrentado, que nunca pôs os pés em Colossos, pode falar com tanta autoridade a gente que não o conhece?

A resposta ocupa este trecho inteiro, e ela não é sobre Paulo. Ele recebeu uma tarefa, e essa tarefa tem um conteúdo: uma verdade que Deus ainda não havia revelado e que agora tornou conhecida. Paulo chama isso de mistério, e na Bíblia mistério não é segredo nem enigma; é uma verdade que ninguém descobriria sozinho e que Deus revelou no tempo certo. Essa verdade tem nome: Cristo.

Melhor ainda, tem endereço: “Cristo em vocês”. É esse o fio que vamos seguir. Porque Cristo mora em quem crê, o sofrimento tem sentido, o serviço tem alvo, a maturidade é possível, a certeza é real e nenhum argumento bonito consegue nos tirar dele.

1. A alegria que nasce no sofrimento (Versículo 1.24)

Colossenses 1:24
“Agora me alegro nos meus sofrimentos por vocês e preencho o que resta das aflições de Cristo, na minha carne, a favor do seu corpo, que é a igreja,”

Contexto Histórico e Cultural

A primeira coisa que Paulo diz sobre a própria prisão é que se alegra nela. Não é conformismo. É alegria com endereço: “por vocês”. A frase seguinte, porém, assustou muita gente ao longo da história, porque parece dizer que faltou algo à cruz. Não faltou.

A palavra que Paulo escolhe para “aflições” não é a que a Bíblia usa para o sofrimento de Jesus no Calvário. É a palavra das pressões, das perseguições, do peso que o mundo põe sobre quem pertence a Cristo. A obra da salvação está terminada. O que continua é outra coisa: a hostilidade que o mundo dirigia a Jesus enquanto ele andava pela Galileia e que agora dirige ao corpo dele, a igreja. Paulo aprendeu isso no dia da sua conversão.

Ele perseguia cristãos, e o Senhor lhe perguntou: “por que me persegues?”. Bater na igreja é bater em Cristo. Agora, do outro lado, ele entende que apanhar pela igreja é receber no próprio corpo os golpes destinados ao Senhor. E o versículo seguinte explica o que “falta”: a Palavra ainda não chegou a todos. A missão de Cristo continua no corpo de Cristo, e a missão custa o que sempre custou.

Aplicação Para Hoje

Sofrer por causa da fé não é sinal de que Deus se afastou. Pode ser justamente a marca de que estamos no lugar certo, no corpo daquele que também foi rejeitado. Quando uma promoção se perde por causa da honestidade, quando uma amizade esfria porque não abrimos mão do evangelho, a pergunta muda. Em vez de “o que eu fiz para merecer isso?”, perguntamos “onde estou nisso?”. E a resposta é: em Cristo, e a favor dos irmãos.

Ele não nos pede que sintamos prazer na dor. Pede que saibamos a quem ela serve. Alegria, aqui, não é humor; é uma avaliação feita com os olhos abertos. Um homem acorrentado escreveu “me alegro” porque sabia onde estava e por quem sofria. Nós, com muito menos correntes, podemos dizer o mesmo.

2. Servo, mordomo e uma palavra que se cumpre (Versículo 1.25)

Colossenses 1:25
“da qual me tornei ministro de acordo com a dispensação da parte de Deus, que me foi confiada em favor de vocês, para dar pleno cumprimento à palavra de Deus:”

Contexto Histórico e Cultural

Paulo descreve o próprio cargo com duas figuras que qualquer pessoa de Colossos entendia na hora. “Ministro” era a palavra usada para quem servia às mesas. Não tem nada de superior; é o que serve. E “dispensação” é o termo da administração de uma casa: o mordomo de uma grande propriedade, que não é dono de nada e responde por tudo.

É assim que Paulo se vê. Deus tem um plano para o mundo e para a salvação, e deu a Paulo a compreensão desse plano e a tarefa de levá-lo adiante “em favor de vocês”, os gentios. A tarefa tem um nome: “dar pleno cumprimento à palavra de Deus”. Isso não quer dizer apenas pregar tudo o que Deus disse.

A palavra de Deus, para Paulo, é uma força solta no mundo. Ele já tinha dito, no começo da carta, que o evangelho “vem produzindo fruto e crescendo” no mundo inteiro. A palavra sai da boca de Deus para realizar aquilo para que foi enviada, como diz Isaías, e o servo existe para deixá-la correr até o fim.

Aplicação Para Hoje

Ninguém se nomeia mordomo. O mordomo é posto. Isso desarma duas tentações opostas: a vaidade de quem trata o ministério como carreira, e a desculpa de quem acha que ministério é coisa de pastor. Cada um de nós recebeu algo para administrar, e não escolhemos se administramos; escolhemos se somos fiéis.

Uma classe de crianças, uma casa aberta, um talento, o dinheiro, o tempo, a saúde. A única medida que Deus usa para um mordomo é a fidelidade. E há uma coisa específica que nos foi confiada a todos: a Palavra. Ela não depende da nossa força para agir.

Precisa que a deixemos correr, lida em casa, ensinada aos filhos, dita ao colega de trabalho. A nossa parte é não a segurar. E o Senhor da casa, aquele que confiou tudo isso a nós, é o mesmo que serviu às mesas e lavou os pés dos discípulos. Ser mordomo dele é a honra de servir como ele serviu.

3. O mistério revelado tem nome e endereço (Versículos 1.26 a 1.27)

Colossenses 1:26-1
“o mistério que esteve escondido durante séculos e gerações, mas que agora foi manifestado aos seus santos. A estes Deus quis dar a conhecer a riqueza da glória deste mistério entre os gentios, que é Cristo em vocês, a esperança da glória.”

Contexto Histórico e Cultural

Em Colossos, a palavra “mistério” tinha dono. As religiões de mistério da época eram sociedades secretas, com ritos de iniciação e conhecimento reservado a poucos escolhidos. Paulo pega a palavra deles e a vira do avesso. Na Bíblia, mistério não é segredo nem enigma. É uma verdade que ainda não havia sido revelada: algo que nunca poderíamos descobrir sozinhos e que Deus tornou conhecido no tempo certo, não a um círculo de iniciados, mas a “seus santos”, a todo o povo de Deus.

Os profetas do Antigo Testamento falaram de Cristo e até anunciaram que as nações seriam abençoadas. O que eles não viram foi o modo. Ninguém imaginava que Deus faria de judeus e gentios um só corpo, sem muro no meio, herdeiros iguais das mesmas promessas. Isso era novo, não apenas mais claro. E o coração do mistério é a última frase: “Cristo em vocês”.

As duas coisas estão juntas, e nenhuma pode ser tirada. O Messias de Israel está agora entre as nações, e ele mora dentro de gente de Colossos, gente que nunca fez parte do povo de Deus. É por isso que essa presença é chamada de “esperança da glória”. A garantia de que chegaremos à glória não é um relatório de missões. É uma pessoa que já está dentro de nós.

Aplicação Para Hoje

Quase todos nós somos gentios. A verdade que Deus revelou depois de séculos tem o nosso endereço. Vale a pena parar e imaginar o que isso significou para uma igreja de convertidos recentes, gente que sempre esteve do lado de fora e de repente ouviu que o próprio Cristo morava nela. Um pouco desse espanto nos faz bem, porque nos acostumamos com a coisa mais extraordinária do evangelho. Não existe cristão de segunda classe.

O mistério é justamente a igualdade: ninguém precisa virar outra coisa para pertencer, e ninguém pertence mais do que o outro. E “esperança da glória” não é um desejo tímido. Como diz o Dr. Andy Woods, não é uma mentalidade de “eu espero que sim”, mas de “eu sei que sim”.

A certeza não vem do nosso desempenho, que oscila toda semana. Vem de quem mora em nós, e ele não oscila. Nos dias em que a fé parece fraca, a pergunta certa não é “quanto eu sinto?”, mas “quem está em mim?”. E se Cristo mora em cada um de nós, então cada irmão que a gente encontra no domingo é uma casa onde o Senhor habita.

4. Toda a verdade para todo o povo (Versículo 1.28)

Colossenses 1:28
“Este Cristo nós anunciamos, advertindo a todos e ensinando a cada um em toda a sabedoria, a fim de que apresentemos cada pessoa perfeita em Cristo.”

Contexto Histórico e Cultural

O que Paulo anuncia não é um sistema; é uma pessoa. “Este Cristo nós anunciamos.” E o modo de anunciar tem dois lados: advertir e ensinar. Ensinar é dar conteúdo; advertir é pôr em ordem uma mente que se confundiu. Mas o que mais chama a atenção no versículo é a repetição: “a todos”, “a cada um”, “cada pessoa”. Três vezes.

Isso não é estilo, é polêmica. Em Colossos havia mestres que ofereciam uma sabedoria superior, reservada a alguns, com um vocabulário próprio que fazia quem o dominava se sentir acima dos demais. Paulo responde que não existe verdade cristã reservada a uma elite. Como escreveu F.

F. Bruce, “toda a verdade de Deus é para todo o povo de Deus”. E o alvo de tudo isso é “apresentar cada pessoa perfeita em Cristo”. “Perfeita” aqui não é impecável; é madura, alguém que chegou ao alvo para o qual foi feita.

E a apresentação é a de um dia futuro, diante de Cristo, quando cada um de nós comparecer perante ele. Não para saber se somos dele; isso já está decidido na cruz. Mas para que ele veja o que fizemos com o que recebemos. É por isso que Paulo trabalha tanto: ele quer que cada pessoa chegue àquele dia madura.

Aplicação Para Hoje

Toda a verdade de Deus é para todo o povo de Deus. Sempre que a igreja entrega o estudo sério a uma classe de especialistas e dá à congregação só o produto pronto, ela reproduz exatamente o que Paulo combatia. A Bíblia é de todos. O irmão que mal terminou o ensino fundamental tem o mesmo direito de abrir Colossenses e entender do que o pastor.

E o alvo do nosso crescimento não é parecer perfeito. É amadurecer. Cristo cuida de cada um de nós com esse dia em mente. Ele não quer apenas nos ter; quer nos apresentar maduros.

Isso acalma o ansioso, porque a salvação não está em jogo, e acorda o acomodado, porque a maturidade está. A pergunta para esta semana é simples: o que eu recebi, e o que estou fazendo com isso? Ensinar e advertir também não é tarefa só do púlpito. Mais adiante, nesta mesma carta, Paulo pede que a congregação inteira faça as duas coisas uns com os outros.

5. Trabalho duro, poder de Cristo e uma luta por desconhecidos (Versículos 1.29 a 2.1)

Colossenses 1:29-2
“É para esse fim que eu me empenho, esforçando-me o mais possível, segundo o poder de Cristo que opera poderosamente em mim. 2.1 Quero que saibam quão grande tem sido a nossa luta por vocês, pelos que moram em Laodiceia e por muitos outros que não me viram face a face.”

Contexto Histórico e Cultural

As palavras aqui são de gente cansada. “Me empenho” é o verbo de quem trabalha até a exaustão; “esforçando-me” vem do mundo dos atletas, do corredor que puxa cada músculo até a linha de chegada. Paulo não romantiza o ministério: é trabalho pesado. E no mesmo fôlego ele diz de onde vem a força: “segundo o poder de Cristo que opera poderosamente em mim”.

As duas coisas estão lado a lado, sem contradição. Paulo não trabalha pela metade esperando que a graça cubra a preguiça, e também não acha que tudo depende dele. Trabalha duro, sem o peso do orgulho e sem o peso do medo, porque o poder é de Cristo, mas ele opera onde Paulo trabalha. Então, no início do capítulo 2, o apóstolo abre o coração: “quero que saibam”.

A luta de que fala é a mesma do versículo anterior, e ela é por pessoas que ele nunca viu. Colossos, Laodiceia, a dezessete quilômetros dali, rica, comercial, e “muitos outros”. Paulo luta, da prisão, por gente cujo rosto não conhece. A luta é interior: oração, preocupação, o trabalho de escrever esta carta, a dor de saber que mestres enganadores rondam uma igreja que ele ama sem ter visto.

Aplicação Para Hoje

Para quem serve na igreja, o versículo 29 tem uma forma concreta: preparar-se com esmero e entregar o resultado sem carregá-lo. O sujeito do verbo “opera” não somos nós. Damos tudo, e depois soltamos, porque o poder que transforma pessoas é de Cristo e ele não precisa da nossa ansiedade para agir. E há a lição da luta por quem não conhecemos. Orar por um missionário, por uma igreja de outra cidade, por um irmão que nunca encontramos, é trabalho real.

O texto chama isso de luta, e é luta justamente porque não devolve nenhum retorno emocional imediato. Escolha três nomes de pessoas que você nunca viu e ore por elas esta semana, com pedidos específicos. Isso é participar do corpo de Cristo do modo mais parecido possível com o do apóstolo. E é participar do jeito do próprio Cristo, que orou por nós muito antes de nascermos, quando pediu ao Pai “pelos que vierem a crer em mim”.

6. A riqueza que se descobre estudando (Versículos 2.2 a 2.3)

Colossenses 2:2-2
“Faço isto para que o coração deles seja consolado e para que eles, vinculados em amor, tenham toda a riqueza da plena convicção do entendimento, para conhecimento do mistério de Deus, que é Cristo, em quem estão ocultos todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento.”

Contexto Histórico e Cultural

Paulo diz para que luta. Não é para que os colossenses sejam consolados de alguma tristeza; a carta não menciona perseguição. É para que os corações deles sejam fortalecidos contra um perigo que já se anuncia: o ensino errado. E o modo como isso acontece é revelador. Primeiro, “vinculados em amor”.

A firmeza não é de cada um sozinho; é de uma comunidade entrelaçada. Depois, “toda a riqueza da plena convicção do entendimento”. O que protege contra argumentos persuasivos não é fervor; é certeza fundamentada, a capacidade de distinguir o verdadeiro do falso. E onde se chega com isso? Ao “mistério de Deus, que é Cristo”.

Repare que Paulo não diz que Cristo explica o mistério ou é a chave dele. Diz que Cristo é o mistério. Deus não guardou uma doutrina; guardou uma pessoa. E nele “estão ocultos todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento”. Ocultos não quer dizer sonegados.

Quer dizer depositados, guardados como num cofre. Os falsos mestres de Colossos prometiam um conhecimento que Cristo não daria, uma sabedoria além dele. Paulo responde que não existe nada além dele. Tudo está lá, guardado, esperando quem o procure.

Aplicação Para Hoje

O Dr. Robert Dean costuma ilustrar este versículo com um homem que vive debaixo de uma ponte sem saber que tem um bilhão na conta. Essa é a vida de muitos cristãos: vivem pedindo o que já lhes foi dado, porque nunca aprenderam o que receberam. A única maneira de descobrir o que já é nosso em Cristo é estudar a Palavra.

Antes da próxima lista de pedidos, faça outra lista: o que Colossenses 1.12 a 14 e Efésios 1.3 a 14 dizem que já é seu. Ore a partir dela. E note que a riqueza se descobre em comunidade, “vinculados em amor”. O irmão que estuda sozinho e se afasta dos outros perde justamente o lugar onde a convicção se fortalece.

Quanto à sabedoria: não é errado buscá-la. É errado buscá-la fora de Cristo. Isso vale para o livro de autoajuda, para o curso que promete “destravar” um nível novo. Tudo o que precisamos para viver bem diante de Deus está depositado em Cristo, e o cofre está aberto para quem crê.

7. O engano que argumenta bem e a firmeza que se vê de longe (Versículos 2.4 a 2.5)

Colossenses 2:4-2
“Digo isso a vocês para que ninguém os engane com argumentos falaciosos. Porque, embora ausente em pessoa, em espírito estou com vocês, alegrando-me e verificando a boa ordem de vocês e a firmeza da fé que têm em Cristo.”

Contexto Histórico e Cultural

Aqui aparece, pela primeira vez na carta, o aviso que vai ocupar o capítulo 2. Paulo escolhe as palavras com cuidado. Ele não fala de gente desviada do caminho, nem de trapaça. Fala de engano por raciocínio, feito com “argumentos falaciosos”, uma expressão que na época designava a técnica do debatedor: construir um discurso convincente com tudo o que se tem à mão, menos a verdade. O perigo não é o ensino grosseiro, que ninguém aceita.

É o ensino próximo o bastante da verdade para parecer respeitável e distante o bastante dela para ser devastador. E enganadores não anunciam a doutrina falsa como falsa. Note que Paulo não diz que os colossenses já caíram. Ao contrário, o versículo 5 é um elogio.

Ele está ausente, e diz isso com franqueza. Mas está presente “em espírito”, porque o mesmo Espírito uniu a ele e a eles ao mesmo Cristo. E o que ele vê, de longe, o alegra: “a boa ordem de vocês e a firmeza da fé”. Boa ordem é a vida cristã bem organizada da comunidade.

Firmeza é o que não cede. E as duas repousam num só lugar: “em Cristo”. A igreja de Colossos não estava firme em si mesma. Estava firme nele.

Aplicação Para Hoje

Se o engano é de raciocínio, a defesa não é fervor nem intuição. É discernimento treinado. Diante de um ensino novo que circula na igreja ou nas redes sociais, a pergunta não é “isso me tocou?”, mas “qual é a premissa, e ela está no texto?”. A diferença entre a verdade e o erro costuma ser pequena; é o resto, que parece tão certo, que faz a parte errada passar. Escolha um livro da Bíblia e estude-o inteiro, com a igreja.

E a boa ordem que Paulo elogia é disciplina de vida: leitura, oração, estudo, cada um com tempo reservado na semana. O que não está no calendário não acontece. Mas repare onde Paulo termina, porque é onde este trecho inteiro termina: “a firmeza da fé que têm em Cristo”. A nossa firmeza não está na nossa disciplina, nem na nossa inteligência. Está nele.

Começamos com um apóstolo preso que se alegra, e terminamos com uma igreja firme que o alegra. O que liga as duas pontas é a mesma verdade, agora revelada a todos: Cristo em nós, a esperança da glória. Quem tem isso pode sofrer sem desespero, servir sem vaidade, crescer sem ansiedade e ouvir qualquer argumento sem medo. Ele mora aqui. E ele não vai embora.

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Referências Bibliográficas

• DEAN JR., Robert. Colossians (2011), aulas 25 a 34. Dean Bible Ministries / West Houston Bible Church, agosto a outubro de 2011.

• WOODS, Andy. The Coming Kingdom, partes 13 e 14 (“The Kingdom Postponed”, sobre Ef 3.5), e Ecclesiology, partes 8 e 15. Sugar Land Bible Church.

• GUZIK, David. Enduring Word Bible Commentary — Colossenses 1 e 2. enduringword.com.

• VINE, W. E. Expository Dictionary of New Testament Words, verbete MYSTERY (citado por Woods).

• BING, Charlie. GraceNotes nº 105 — “The Forgotten Judgment Seat of Christ”. GraceLife Ministries.

• RYRIE, Charles C., citado pelo Dr. Dean na aula 32 sobre a prioridade da revelação sobre a experiência.

• BRUCE, F. F. The Epistles to the Colossians, to Philemon, and to the Ephesians. NICNT. Eerdmans.

• CAMPBELL, Constantine R. Colossians and Philemon: A Handbook on the Greek Text. BHGNT. Baylor.

• O’BRIEN, Peter T. Colossians, Philemon. Word Biblical Commentary 44.

• WRIGHT, N. T. Colossians and Philemon. Tyndale New Testament Commentaries. IVP.

• OSBORNE, Grant R. Colossians and Philemon. Osborne New Testament Commentaries.

• BEERS, Holly. Colossians and Philemon. Através da série editada por Craig Keener — a autoria do volume é dela, não de Keener.

• TALBERT, Charles H. Ephesians and Colossians. Paideia. Baker Academic.

• WIERSBE, Warren W. Be Complete (Colossenses). David C. Cook.

• CONSTABLE, Thomas L. Expository Notes on Colossians. planobiblechapel.org.

• LUCADO, Max, e THE NAVIGATORS. Guias de estudo indutivo de Colossenses, usados para as questões de aplicação.

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Infográfico

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