Série: Efésios • Estudo Bíblico

Efésios 5.15-21: Andar como sábios, cheios pelo Espírito

"Portanto, tenham cuidado com a maneira como vocês vivem, e vivam não como tolos, mas como sábios, 16 aproveitando bem o tempo, porque os dias são maus. Efésios 5:15-16"

Ouça o podcast deste estudo

Vídeo resumo

Chegamos ao último dos cinco “andares” de Efésios. Depois de três capítulos sobre o que Deus fez de nós em Cristo, Paulo vem dizendo como se vive isso: de modo digno do chamado (4.1), não mais como os gentios (4.17), em amor (5.2), como filhos da luz (5.8) e, agora, como sábios (5.15). Quem despertou do sono (5.14) precisa aprender a andar acordado num mundo que não mudou. É disso que o trecho trata, e ele é também uma ponte: o que Paulo dirá em seguida sobre o casamento, os filhos e o trabalho depende do que diz aqui.

O texto tem dois tempos. Nos versículos 15 a 18, três contrastes do tipo “não… mas”: não como tolos, mas como sábios; não insensatos, mas compreendendo a vontade do Senhor; não embriagados com vinho, mas cheios pelo Espírito. Nos versículos 19 a 21, uma única frase mostra o que acontece numa igreja em que esse último mandamento é obedecido: ela canta, agradece e se sujeita. Este é o fio que vamos seguir: Cristo, exaltado, deu o Espírito à sua igreja; por isso andamos como sábios, comprando cada oportunidade e buscando na Palavra a vontade do Senhor, e nos deixamos encher pelo Espírito, que faz a palavra de Cristo morar em nós; e a igreja que vive assim se reconhece por três sinais: o canto, a gratidão e a sujeição no temor de Cristo.

1. Olhem como andam, comprando a ocasião (Versículos 15 a 16)

Efésios 5:15-16
“Portanto, tenham cuidado com a maneira como vocês vivem, e vivam não como tolos, mas como sábios, aproveitando bem o tempo, porque os dias são maus.”

Contexto Histórico e Cultural

“Tenham cuidado” traduz um verbo de olhar: observem, e continuem observando, como vocês andam. O advérbio que o acompanha pede exatidão. A vida cristã não se leva no automático; é uma vida examinada. O contraste entre “tolos” e “sábios” não vem da filosofia grega, que os efésios conheciam de sobra, e sim de Provérbios. Na Bíblia, sabedoria é habilidade: a palavra hebraica foi usada primeiro para os artesãos do tabernáculo (Êxodo 31).

Sábio é quem sabe aplicar a verdade de Deus à vida; tolo não é o ignorante, é quem vive como se Deus não contasse, e pode ser muito inteligente. Paulo escreve a santos e manda que não andem como tolos: a possibilidade é real para o crente. O versículo 16 diz como se anda com sabedoria, com uma imagem de mercado. “Aproveitando bem” é o verbo de comprar tudo, arrematar; e “tempo”, aqui, não é o que o relógio mede, é kairos, a ocasião, o momento favorável. Comprar a ocasião é aproveitar cada oportunidade como quem sabe que ela não volta.

O paralelo de Colossenses 4.5 mostra que oportunidades Paulo tem em vista: as de fazer o bem e de dar testemunho aos de fora. E o motivo: “os dias são maus”. Não porque o tempo seja mau em si, mas porque o mundo em que ele passa está sob outro governo (2.2) e empurra o crente para as prioridades dele. É justamente por isso que cada ocasião de fazer o bem vale tanto.

Aplicação Para Hoje

Como cristãos, temos pouco mais do que três coisas para administrar. Andy Woods as resume: tempo, talento e tesouro; e só duas coisas passam desta vida para a próxima, a Palavra de Deus e as pessoas. Viver com sabedoria é investir aquelas três nestas duas. Para sentir o peso disso, imaginemos uma vida de setenta anos comprimida num dia que começa às sete da manhã: aos 35 anos são três da tarde; aos 70, onze da noite. Que horas são na sua vida?

A pergunta não serve para angustiar; serve para comprar. Comprar a ocasião quase nunca é achar horas vagas; é defender algumas das que já existem: a primeira hora do dia para a Palavra, a mesa da família sem telas, a conversa com o colega que ainda não conhece a Cristo. Ou administramos os aparelhos, ou eles nos administram. E o critério das prioridades já foi dado por Jesus: buscar em primeiro lugar o Reino de Deus. Mas examinar o andar supõe saber para onde andar, e é isso que Paulo diz a seguir.

2. Compreender a vontade do Senhor (Versículo 17)

Efésios 5:17
“Por esta razão, não sejam insensatos, mas procurem compreender qual é a vontade do Senhor.”

Contexto Histórico e Cultural

A palavra muda. No versículo 15, o tolo era o que não tem a habilidade de viver; aqui, “insensato” é o que não usa a mente, o que decide por impulso. E o verbo é “não se tornem”: a insensatez é algo em que o crente desliza. A alternativa é “compreender”, um verbo que significa juntar as peças até formar o quadro. É trabalho do entendimento.

A vontade de Deus não se descobre por uma sensação interior nem por um sinal; ela está revelada. “Senhor”, em Efésios, é sempre Cristo: compreender a vontade do Senhor é entender a mente e os valores de Jesus, e o caminho para isso é a Palavra, que renova a mente (Romanos 12.2). Essa vontade tem, aliás, uma direção conhecida: que sejamos conformados à imagem do Filho (Romanos 8.29). E o contexto imediato dá o conteúdo mais preciso: a vontade do Senhor inclui o que os versículos seguintes vão dizer, deixar-se encher pelo Espírito, dar graças, sujeitar-se. Paulo começa pelo que está escrito.

Aplicação Para Hoje

Muitos de nós se angustiam com a vontade de Deus nas decisões particulares, que emprego, que cidade, com quem casar, e passam por cima do que Deus disse com todas as letras. O texto inverte a ordem. Antes de pedir um sinal, obedecemos ao que já foi revelado; a decisão particular se toma depois, com a mente renovada pela Palavra, com conselho e com liberdade. Isso não torna a vida cristã fria. A emoção vem depois do entendimento, e não no lugar dele; o insensato é justamente quem decide pelo que sente.

E há uma pergunta que ajuda em qualquer encruzilhada: esta escolha me aproxima da semelhança com Cristo ou me afasta dela? Quem compreende a vontade do Senhor não precisa de arrepios; precisa de uma Bíblia aberta e de um coração disposto. Só que entender a vontade do Senhor e ter força para cumpri-la são coisas diferentes. Do recurso é que trata o versículo central.

3. Não o vinho, mas o Espírito (Versículo 18)

Efésios 5:18
“E não se embriaguem com vinho, pois isso leva à devassidão, mas deixem-se encher do Espírito,”

Contexto Histórico e Cultural

O versículo é o centro do trecho. Tem dois mandamentos na mesma forma: não se deixem embriagar; deixem-se encher. A proibição repete Provérbios 23.31 na versão grega e condena a embriaguez, não o vinho. O que o texto proíbe é estar sob o domínio de algo que toma o comando da mente, e o resultado é “devassidão”, asōtia, palavra que significa, ao pé da letra, o que não se salva: desperdício, da saúde, do dinheiro, da família, do tempo que o versículo 16 mandou comprar. É a palavra usada para o filho pródigo (Lucas 15.13).

Por que o vinho aparece numa passagem sobre adoração? Porque é a comparação perfeita: algo de fora passa a agir por dentro e muda o andar, a fala e o humor. E havia em Éfeso uma espiritualidade do vinho: no culto de Dioniso, a embriaguez era lida como contato com o deus. Paulo apresenta outra fonte. “Deixem-se encher” tem quatro traços.

É mandamento, o único dado ao crente a respeito do Espírito; regeneração, habitação, selo e batismo acontecem quando se crê. É passivo: ninguém enche a si mesmo. É presente: não uma experiência de uma vez, mas uma condição a manter e retomar. E é plural: a ordem é dada à igreja. A NAA traduz “do Espírito”; a construção do original indica o meio: cheios “pelo Espírito”.

De que somos cheios? O gêmeo deste trecho, Colossenses 3.16-17, tem a mesma lista de efeitos, canto, gratidão e a vida na casa, depois de outro mandamento: que a palavra de Cristo habite ricamente em vocês. Dois mandamentos com os mesmos resultados são o mesmo mandamento visto de dois lados: o Espírito é o meio; a palavra de Cristo é o conteúdo. Lewis Sperry Chafer disse: “Ser cheio não é o problema de obter mais do Espírito; é o problema de o Espírito obter mais de nós”.

Aplicação Para Hoje

Se o mandamento é passivo, o que nos cabe? Remover o que impede. Quando pecamos, entristecemos o Espírito (4.30), e o caminho de volta é a confissão (1João 1.9). Mas a confissão é a porta, não a luz: quem volta pela porta e fica parado junto dela ainda não anda. Andar é render a vontade e seguir na Palavra, dia após dia.

Daí a regra que protege dos dois erros. Como diz o Dr. Robert Dean, o Espírito sem a Palavra leva ao misticismo, que acaba sendo adoração dos próprios sentimentos; a Palavra sem o Espírito leva ao legalismo e à justiça própria. Não há vida cheia pelo Espírito com a Bíblia fechada, e não há Bíblia aberta que transforme sem o Espírito.

Na prática: confessar o pecado assim que o percebemos, sem deixar acumular, e manter um plano de leitura; um versículo guardado por semana é material com que o Espírito trabalha. E a comparação com o vinho tem um limite: o bêbado não escolhe o que faz; o crente cheio pelo Espírito escolhe, a cada passo, receber e obedecer, porque o fruto do Espírito inclui o domínio próprio. Esse Espírito foi derramado pelo Cristo ressuscitado e exaltado (Atos 2.33), e ele não chama atenção para si: glorifica o Filho. Os sinais de que ele está agindo são os três versículos seguintes.

4. Uma igreja que fala e canta (Versículo 19)

Efésios 5:19
“falando entre vocês com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando e louvando com o coração ao Senhor,”

Contexto Histórico e Cultural

A partir daqui não há mais imperativos. Do versículo 18 ao 21 há uma única frase: um mandamento, “deixem-se encher”, e cinco particípios que descrevem o resultado: falando, cantando, louvando, dando graças, sujeitando-se. A ordem importa: não se canta para ficar cheio; canta-se porque se está. O primeiro particípio surpreende: não é “cantando”, é “falando”, e o destinatário são os irmãos, “entre vocês”.

O canto da igreja tem duas direções: horizontal, em que os irmãos ensinam uns aos outros pela letra, e vertical, “ao Senhor”, que é Cristo. Por volta do ano 112, um governador romano escreveu ao imperador que os cristãos se reuniam antes do amanhecer para cantar a Cristo como a um deus. Éfeso tinha até uma associação de compositores de hinos a Ártemis; a igreja cantava a outro Senhor. “Salmos, hinos e cânticos espirituais”: o texto não legisla gêneros; afirma que a igreja cantava os Salmos e composições cristãs (o próprio capítulo cita uma, em 5.14), e que tudo isso é “espiritual”, vem do Espírito.

“Com o coração” não quer dizer com emoção: coração, na Bíblia, é o centro da pessoa, e inclui o pensamento. Cantar com o coração é prestar atenção ao que se canta. E vale lembrar o que é adorar: os verbos bíblicos traduzidos por “adorar” significam prostrar-se. Adoração é submissão a Deus, não um sentimento, e não é sinônimo de música: inclui a ceia, a oração, a leitura e o ensino.

Aplicação Para Hoje

Para uma assembleia que se reúne em torno da mesa do Senhor, o versículo tem aplicação imediata. Os hinos ali não preparam para outra coisa: com as orações e a leitura, são a própria adoração em torno do pão e do cálice, e não há quem dirija; os irmãos sugerem o hino, como em 1Coríntios 14.26. Isso faz de cada sugestão um ministério: quem propõe um hino está “falando” à igreja por meio daquele texto. A pergunta certa, então, não é “gosto deste hino?”, e sim “o que ele ensina sobre Cristo, e serve ao que a assembleia está contemplando agora?”.

Boa letra é a que desenvolve a verdade bíblica, que se sustenta lida sem a música e que dirige o pensamento a Deus, e não ao nosso estado de ânimo. E quem canta, canta de boca aberta e com a mente ligada: o irmão ao lado é ensinado pelo que nos ouve cantar. Uma congregação pequena, sem músicos, canta o melhor que pode, e isso glorifica a Deus. O canto que o Espírito produz tem ainda um conteúdo, que o versículo seguinte nomeia: a gratidão.

5. Dar graças sempre, por tudo (Versículo 20)

Efésios 5:20
“dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo.”

Contexto Histórico e Cultural

O quarto particípio tem quatro complementos: quando, “sempre”; por quê, “por tudo”; a quem, “a nosso Deus e Pai”; por meio de quem, “em nome de nosso Senhor Jesus Cristo”. Os dois primeiros esticam o mandamento ao máximo. Em 1Tessalonicenses 5.18 Paulo diz “em tudo deem graças”; aqui diz “por tudo”. Agradecer em toda circunstância já é difícil; agradecer por todas é mais. O que isso não significa é chamar o mal de bem.

Romanos 8.28 não diz que todas as coisas são boas; diz que cooperam para o bem dos que amam a Deus, e o versículo seguinte define o bem: a semelhança com o Filho. José o disse aos irmãos: vocês planejaram o mal; Deus o tornou em bem (Gênesis 50.20). O hebraico da Bíblia ajuda a entender o que é dar graças: ele não tem uma palavra para “obrigado”; o verbo traduzido por “dar graças” significa declarar, contar em público o que Deus fez. Gratidão é narrativa.

A ação de graças tem endereço e caminho: sobe ao Pai, por meio do Filho. “Em nome de Jesus” não é fórmula de encerramento; é aproximar-se de Deus com base no que Cristo é e fez. O versículo é trinitário: o Espírito enche, e a gratidão sobe ao Pai pelo Filho. E o verbo é o mesmo das narrativas da ceia: o Senhor tomou o pão e, tendo dado graças, o partiu.

Aplicação Para Hoje

Quem agradece é quem sabe que recebeu; por isso a ingratidão é o primeiro passo da queda dos pagãos em Romanos 1.21, e a gratidão é a marca de quem entendeu a graça. Daí duas práticas. A primeira é agradecer contando. Troquemos o “obrigado, Senhor, por tudo” por uma frase que diga o quê; um caderno de orações respondidas ajuda, e na ceia, ao dar graças pelo pão e pelo cálice, dizemos ao Pai o que o Filho fez. Paulo, aliás, agradecia quase sempre por pessoas, pela fé e pelo amor dos irmãos, mais do que por coisas.

A segunda prática é mais difícil: escolher uma circunstância que só sabemos lamentar e, diante de Deus, agradecer por ela à luz de Romanos 8.28-29, sem fingir que ela é boa, mas crendo no que Deus faz com ela. Se a ferida for recente, comecemos agradecendo nela. Quem só olha para o que falta apaga o Espírito; quem conta os benefícios recebidos, a começar pela cruz, deixa o Espírito agir. E há um último sinal, que leva a gratidão para dentro das relações.

6. Sujeitar-se uns aos outros no temor de Cristo (Versículo 21)

Efésios 5:21
“Sujeitem-se uns aos outros no temor de Cristo.”

Contexto Histórico e Cultural

A NAA traduz por imperativo e abre parágrafo novo, mas no original não há ponto: é o quinto particípio da frase que começou em “deixem-se encher”. Sujeitar-se é efeito do Espírito tanto quanto cantar e agradecer. Ao mesmo tempo, o versículo 22 não tem verbo e empresta este; tudo o que Paulo dirá a esposas, maridos, filhos, pais, servos e senhores é aplicação do que aqui pede a todos. O verbo, hypotassō, é pôr-se em ordem debaixo de alguém, e a forma é voluntária: não é a submissão de quem não tem escolha.

A casa romana era hierárquica, e os moralistas escreviam listas de deveres para cada par; o que Paulo faz é começar pelo dever de todos e impor a quem tinha poder o modelo de Cristo, que serviu. “Uns aos outros” combina duas coisas. Há uma disposição pedida a todos: a humildade que cede, que não faz da própria vontade a medida. E há uma ordem que se respeita, porque o que segue distingue papéis sem invertê-los. 1Pedro 5.5 junta as duas, ao mandar que os jovens se sujeitem aos mais velhos e que todos se revistam de humildade uns para com os outros.

Sujeitar-se não é sinal de inferioridade: o Filho, igual ao Pai, sujeitou-se a ele na obra da salvação e tomou a forma de servo. A motivação é “o temor de Cristo”, expressão que só aparece aqui: Paulo põe Cristo onde o Antigo Testamento punha o Senhor. E o temor do Senhor é o princípio da sabedoria (Provérbios 1.7): o trecho que começou mandando andar como sábios termina onde a sabedoria começa.

Aplicação Para Hoje

Comecemos desfazendo a caricatura. Humildade não é ser capacho, nem falar mal de si mesmo; é obediência. E a sujeição começa em coisas pequenas: não escolher sempre o restaurante, não ter sempre a última palavra, esperar a vez de falar. Na assembleia, o versículo descreve o que o Novo Testamento ensina: presbíteros que pastoreiam como exemplos, não como donos, e irmãos que os reconhecem; quem discorda de uma decisão não forma partido. Como diz J.

Vernon McGee, ninguém pode dizer “vou fazer do meu jeito”; essa atitude não é marca de um crente cheio pelo Espírito. A sujeição vale também para quem lidera: entre os discípulos de Jesus não é como entre os governantes das nações, que dominam; quem lidera serve. E o motivo nunca é o mérito da pessoa a quem nos sujeitamos; é Cristo. Não o tememos como quem teme a condenação, pois não há condenação para os que estão nele; tememos como quem prestará contas diante dele e não quer falhar com quem o amou até a morte.

Aqui o trecho se fecha. Cristo, que se sujeitou ao Pai e serviu até a cruz, está exaltado e deu o Espírito. Cheios por ele, andamos como sábios, compramos cada ocasião, buscamos a vontade do Senhor na Palavra, cantamos, agradecemos e cedemos. Uma igreja assim é, em pequeno, a ordem do reino que virá.

Continue Estudando

← Efésios parte 9
Efésios parte 11 →

Referências Bibliográficas

• DEAN Jr., Robert L. Ephesians (2018), aulas 224 a 248. West Houston Bible Church, 18/02/2024 a 13/10/2024.

• WOODS, Andy. Book of Ephesians, sessão 10, “Ephesians 5:18-21 — The Walk of the Spirit”, e sessão 09, “Ephesians 5:1-17 — The Walk of Love, Light, and Wisdom”. Sugar Land Bible Church, 2010.

• BING, Charlie. GraceNotes 109. GraceLife Ministries, 2025.

• BOCK, Darrell L. Ephesians. Tyndale New Testament Commentaries. pp. 160-170.

• CHAFER, Lewis Sperry. He That Is Spiritual. 1918.

• CONSTABLE, Thomas L. Notes on Ephesians. Edição 2026. planobiblechapel.org.

• GUZIK, David. Enduring Word Commentary: Ephesians 5. enduringword.com.

• JEREMIAH, David. Ephesians (guia de estudo), lição 10.

• McGEE, J. Vernon. Thru the Bible: Ephesians. pp. 143-150.

• VINE, W. E. Expository Dictionary of New Testament Words. 1940.

• WALVOORD, John F. “The Filling of the Holy Spirit”. walvoord.com.

• WIERSBE, Warren.

• ARNOLD, Clinton E. Ephesians. Zondervan Exegetical Commentary on the New Testament. Citado por versículo.

• EDWARDS, Mark J. (org.). Galatians, Ephesians, Philippians. Ancient Christian Commentary on Scripture, NT VIII. pp. 180-184.

• HOEHNER, Harold W. Ephesians: An Exegetical Commentary; e o volume de Efésios do Cornerstone Biblical Commentary. Citados por versículo.

• LINCOLN, Andrew T. Ephesians. Word Biblical Commentary 42. pp. 337-352, 365-367.

• OSBORNE, Grant R. Ephesians Verse by Verse. Citado por versículo.

• TALBERT, Charles H. Ephesians and Colossians. Paideia. pp. 128-135.

Resumo Visual

Infográfico

Vídeo de Aprofundamento


Exercícios de Fixação

Teste seu conhecimento. Leia a pergunta, tente responder mentalmente e clique para conferir.

Cartão 1 Acertos: 0
Pergunta
Carregando...
(Clique para virar)
Resposta
...

Ver todos
Gostou? Compartilhe: